Atilio Francisco

Foto de Atilio Francisco da Silva
Atilio Francisco
Atilio Francisco da Silva (nome civil)
7 eleições entre 2000 e 2020 · último partido REPUBLICANOS
69 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Vereador

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Atilio Francisco (Atílio Francisco da Silva) disputou 7 eleições entre 2000 e 2020, para vereador e 2º suplente. Ele foi eleito 7 vezes: vereador de São Paulo em 2020, 2016, 2012, 2008, 2004 e 2000; 2º suplente em 2014. A maior votação foi em 2016, para vereador em São Paulo/SP: 46.961 votos. Na campanha de 2020 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 280 mil em receitas: R$ 210 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 58 mil de doações privadas (58 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 120 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 63 mil), correspondências e despesas postais (R$ 40 mil) e pessoal (R$ 14 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 96 mil em 2016 e R$ 161 mil em 2012.

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Evolução da votação nas eleições

35.345 votos em 2020 (eleito) · 7 eleições

A votação de Atilio Francisco da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 280 mil em receitas · R$ 120 mil em gastos

Atilio Francisco declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2008, 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 280 mil em receitas: R$ 210 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 58 mil de doações privadas (58 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 120 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 63 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 40 mil). Em 2016, R$ 96 mil em gastos contratados; em 2012, 67% dos R$ 161 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2020R$ 280 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 120 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 96 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42008, 2012, 2016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 280 mil
58 doadores pessoas físicas
FEFC 75% · pessoas 21% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 120 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 63 mil52,7%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 40 mil33,3%
  • PessoalR$ 14 mil11,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil2,5%
2016Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 96 mil
47 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 21% · partido e outras campanhas 16% · pessoas 11% · próprios 52%
Gasto contratado
R$ 96 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Correspondências e despesas postaisR$ 32 mil33,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 20 mil21,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 13 mil13,1%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 10 mil9,9%
  • Outras 8 categoriasR$ 21 mil22,1%
2012Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 206 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 54% · pessoas 21% · empresas menos de 1% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 161 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 108 mil67,2%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 22 mil13,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 11 mil6,7%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 6 mil3,7%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 14 mil8,6%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, São Paulo (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 140 mil
9 doadores pessoas físicas
partido 33% · pessoas 11% · empresas 47% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 138 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 38 mil27,1%
  • Despesas postaisR$ 19 mil13,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 5 mil3,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil3,6%
  • Outras 8 categoriasR$ 72 mil51,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2014, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892