6 eleições entre 2004 e 2022 · último partido AVANTE
64 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Comerciante
Betão do Lava Rápido (Roberto Paulis) disputou 6 eleições entre 2004 e 2022, para deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereador em São Paulo/SP: 3.825 votos. Na campanha de 2020 para vereador em São Paulo/SP, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 25 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil do Fundo Partidário e R$ 3 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 6 mil), eventos de promoção da candidatura (R$ 6 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 6 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 6 mil em 2012 e R$ 3 mil em 2006.
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Evolução da votação nas eleições
1.330 votos em 2020 · 6 eleições
A votação de Roberto Paulis em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 30 mil em receitas · R$ 25 mil em gastos
Betão do Lava Rápido declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, e vereador em São Paulo (SP) em 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 25 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2 mil do Fundo Partidário e R$ 3 mil de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 6 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 6 mil). Em 2012, R$ 6 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 3 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 30 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 25 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 6 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 67% · pessoas 32% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por jornais e revistasR$ 60019,1%
Combustíveis e lubrificantesR$ 39012,4%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 381,2%
Impostos, contribuições e taxasR$ 40,1%
Outras 1 categoriaR$ 2 mil67,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 2022—GSP · 64 anos · Branca · Superior completo · Comerciante · AVANTE · nº 70747 · registro constava como renúncia nos dados do TSE · ver a eleiçãoprestação de contas
Vereador · 20201.330não eleitoLSão Paulo, São Paulo · 62 anos · Branca · Superior completo · PROS · nº 90007 · ver resultado completoprestação de contas
Vereador · 20122.114não eleitoLSão Paulo, São Paulo · 54 anos · Superior completo · Empresário · PT do B · nº 70007 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.