Havanir (Havanir Tavares de Almeida Nimtz) disputou 10 eleições entre 1994 e 2014, para deputada federal, vereadora, deputada estadual e prefeita. Ela foi eleita 2 vezes: deputada estadual em 2002; vereadora de São Paulo em 2000. A maior votação foi em 2002, para deputada estadual por SP: 682.219 votos. Na campanha de 2014 para deputada federal por SP, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 13 mil do Fundo Partidário, R$ 576 de outras campanhas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 12 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2012 (60% com publicidade por materiais impressos) e R$ 10 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
10.668 votos em 2014 · 10 eleições
A votação de Havanir Tavares de Almeida Nimtz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2014: R$ 24 mil em receitas · R$ 24 mil em gastos contratados
Havanir declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada federal por São Paulo em 2006 e 2014, vereadora em São Paulo (SP) em 2008 e 2012, e deputada estadual por São Paulo em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 24 mil em receitas: R$ 13 mil do Fundo Partidário, R$ 576 de outras campanhas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 24 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 12 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil). Em 2012, 60% dos R$ 5 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, R$ 10 mil em gastos contratados.
Receitas em 2014R$ 24 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 24 milcontratados
Gastos em 2012R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil4,5%
AlimentaçãoR$ 2 mil3,9%
Locação/cessão de bens móveisR$ 2 mil3,9%
Outras 10 categoriasR$ 11 mil20,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Estadual · 2002ELEITO682.219GSP · 49 anos · Superior completo · Medico · PRONA · nº 56500 · ver resultado completoAssembleia Legislativa
Vereador · 2000ELEITO87.358LSão Paulo, São Paulo · 47 anos · Superior completo · Médico · PRONA · nº 56500 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1998SUPLENTE57.186GSP · 45 anos · Superior completo · Médico · PRONA · nº 5650 · ver resultado completo
Deputado Federal · 1994976não eleitoGSP · 41 anos · Superior completo · Medico · PRONA · nº 5603 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.