William Dib

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William Dib
4 eleições entre 2000 e 2024 · último partido PSB
78 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE
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Dr Dib (William Dib) disputou 4 eleições entre 2000 e 2024, para vice-prefeito, deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 2010; prefeito de São Bernardo do Campo em 2004. A maior votação foi em 2004, para prefeito em São Bernardo do Campo/SP: 295.487 votos. Na campanha de 2010 para deputado federal por SP, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 576 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 52 mil de doações privadas (29 doadores), R$ 531 mil de empresas e R$ 150 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com pessoal (R$ 484 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 180 mil) e baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 113 mil).

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Evolução da votação nas eleições

113.823 votos em 2010 (eleito) · 4 eleições

A votação de William Dib em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 1,3 milhão em receitas · R$ 1,3 milhão em gastos contratados

Dr Dib declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por São Paulo em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 576 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 52 mil de doações privadas (29 doadores), R$ 531 mil de empresas e R$ 150 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com pessoal (R$ 484 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 180 mil).

Receitas em 2010R$ 1,3 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 1,3 milhãocontratados
Campanhas12010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,3 milhão
29 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 44% · pessoas 4% · empresas 41% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 1,3 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 484 mil37,0%
  • Materiais impressosR$ 180 mil13,8%
  • Locação de imóveisR$ 7 mil0,5%
  • Outras 19 categoriasinclui R$ 16 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 366 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 637 mil48,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2004 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
William Dib (Dr Dib): candidaturas e votos · Radar do Voto