- Materiais impressosR$ 9 mil40,4%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil20,0%
- Locação de imóveisR$ 2 mil10,5%
- Correspondências e despesas postaisR$ 2 mil8,9%
- Outras 4 categoriasR$ 5 mil20,2%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Merchó Costa disputou 6 eleições entre 1996 e 2012, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Ribeirão Preto em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por SP: 4.252 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Ribeirão Preto/SP, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de empresas e R$ 22 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 5 mil) e locação de imóveis (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 35 mil em 2010 e R$ 45 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Mercho Costa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Merchó Costa declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Ribeirão Preto (SP) em 2008 e 2012, e deputado estadual por São Paulo em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de empresas e R$ 22 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 23 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 9 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 5 mil). Em 2010, R$ 35 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 45 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.