Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Beto Cangussu (Luiz Roberto Alves Cangussú) disputou 9 eleições entre 1996 e 2016, para vereador, deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Ribeirão Preto em 2012, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2002, para deputado federal por SP: 28.516 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Ribeirão Preto/SP, declarou R$ 40 mil em receitas: R$ 22 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 40 mil, principalmente com pessoal (R$ 13 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 12 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 32 mil em 2012 (45% com publicidade por materiais impressos) e R$ 112 mil em 2010.
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Evolução da votação nas eleições
1.653 votos em 2016 · 9 eleições
A votação de Luiz Roberto Alves Cangussu em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2016: R$ 40 mil em receitas · R$ 40 mil em gastos contratados
Beto Cangussu declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006 e 2010, e vereador em Ribeirão Preto (SP) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 40 mil em receitas: R$ 22 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 40 mil, principalmente com pessoal (R$ 13 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 12 mil). Em 2012, 45% dos R$ 32 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2010, 43% dos R$ 112 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Receitas em 2016R$ 40 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 40 milcontratados
Gastos em 2012R$ 32 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 24% · pessoas 30% · empresas 33% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 90 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 11 mil12,1%
Materiais impressosR$ 8 mil8,5%
Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil7,7%
PessoalR$ 5 mil6,0%
Outras 18 categoriasR$ 59 mil65,6%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2012ELEITO · MÉDIA2.431LRibeirão Preto, São Paulo · 49 anos · Superior completo · Bancário e Economiário · PT · nº 13634 · ver resultado completo
Vereador · 2004ELEITO2.929LRibeirão Preto, São Paulo · 41 anos · Superior completo · Senador, Deputado e Vereador · PT · nº 13634 · ver resultado completo
Deputado Federal · 2002SUPLENTE28.516GSP · 39 anos · Superior completo · Senador, Deputado e Vereador · PT · nº 1334 · ver resultado completo
Coligação: PT / PCB / PC do B
Vereador · 2000ELEITO4.010LRibeirão Preto, São Paulo · 37 anos · Superior completo · Bancario e Economiario · PT · nº 13634 · ver resultado completo
Coligação: PT / PSB / PCB / PC do B
Vereador · 1996SUPLENTE2.361LRibeirão Preto, São Paulo · 33 anos · Dado Inexistente · PT · nº 13634 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.