- Militância e mobilização de ruaR$ 376 mil66,5%
- Materiais impressosR$ 79 mil13,9%
- Serviços de terceirosR$ 34 mil6,1%
- Locação de imóveisR$ 22 mil3,9%
- Outras 7 categoriasR$ 54 mil9,6%
Segundo o Radar do Voto, André Trindade (UNIÃO) ficou como suplente de deputado estadual por São Paulo em 2026, com 3.971 votos, pelo resultado oficial do TSE. André Trindade (André Rubens Trindade) disputou 8 eleições entre 2004 e 2026, para deputado estadual, prefeito, vereador e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Ribeirão Preto em 2016. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Ribeirão Preto/SP: 29.115 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 498 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 326 mil do Fundo Partidário, R$ 398 de outras campanhas, R$ 104 mil de doações privadas (10 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 564 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 376 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 79 mil) e serviços de terceiros (R$ 34 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,5 milhão em 2024 e R$ 48 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de André Rubens Trindade em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
André Trindade declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Ribeirão Preto (SP) em 2008, 2012, 2016 e 2020, deputado federal por São Paulo em 2014, prefeito em Ribeirão Preto (SP) em 2024, e deputado estadual por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 498 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 326 mil do Fundo Partidário, R$ 398 de outras campanhas, R$ 104 mil de doações privadas (10 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 17 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 564 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 376 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 79 mil); R$ 452 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 1,5 milhão em gastos; em 2020, 49% dos R$ 48 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.