Dr. Helder

Foto de Helder Ribeiro de Albuquerque Esteve
Dr. Helder
Helder Ribeiro de Albuquerque Esteve (nome civil)
9 eleições entre 1994 e 2016 · último partido PV
62 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Médico

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr. Helder (Helder Ribeiro de Albuquerque Esteve) disputou 9 eleições entre 1994 e 2016, para vereador, vice-prefeito, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Praia Grande em 2000. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por SP: 39.789 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Praia Grande/SP, declarou R$ 27 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com pessoal (R$ 13 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 35 mil em 2012 e R$ 42 mil em 2006.

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

1.034 votos em 2016 (anulados) · 9 eleições

A votação de Helder Ribeiro de Albuquerque Esteve em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 27 mil em receitas · R$ 27 mil em gastos contratados

Dr. Helder declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por São Paulo em 2006, e vereador em Praia Grande (SP) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 27 mil em receitas, de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 27 mil, principalmente com pessoal (R$ 13 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil). Em 2012, R$ 35 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 42 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 27 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 27 milcontratados
Gastos em 2012R$ 35 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Praia Grande (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 27 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 27 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 13 mil46,7%
  • Materiais impressosR$ 11 mil39,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil7,8%
  • Publicidade por adesivosR$ 2 mil6,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 530,2%
2012Vereador, Praia Grande (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 105 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 4% · pessoas 2% · próprios 94%
Gasto contratado
R$ 35 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12 mil36,0%
  • Materiais impressosR$ 11 mil32,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 6 mil17,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil6,1%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 344 lançados como "diversas a especificar"R$ 3 mil7,3%
2006Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 42 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 78% · pessoas 14% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 42 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 5 mil11,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil7,4%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1300,3%
  • Outras 2 categoriasR$ 34 mil80,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 2000

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892