Joao Siqueira

Foto de Joao Manoel de Siqueira
Joao Siqueira
Joao Manoel de Siqueira (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PPS
75 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Aposentado (exceto Servidor Público)

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Joao Siqueira (João Manoel de Siqueira) disputou 3 eleições entre 2004 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Capela do Alto em 2012. A maior votação foi em 2012, para vereador em Capela do Alto/SP: 201 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Capela do Alto/SP, declarou R$ 597 em receitas: R$ 192 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 155 de doações privadas e R$ 250 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 561, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 201), publicidade por materiais impressos (R$ 160) e serviços de terceiros (R$ 155). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 654, 65% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

19 votos em 2016 · 3 eleições

A votação de Joao Manoel de Siqueira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 597 em receitas · R$ 561 em gastos contratados

Joao Siqueira declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Capela do Alto (SP) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 597 em receitas: R$ 192 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 155 de doações privadas e R$ 250 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 561, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 201) e publicidade por materiais impressos (R$ 160). Em 2012, 65% dos R$ 654 em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2016R$ 597campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 561contratados
Gastos em 2012R$ 654contratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Capela do Alto (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 597
doações de pessoas
partido e outras campanhas 32% · pessoas 26% · próprios 42%
Gasto contratado
R$ 561
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 20135,9%
  • Materiais impressosR$ 16028,5%
  • Serviços de terceirosR$ 15527,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 325,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 132,4%
2012Vereador, Capela do Alto (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 672
sem doações de pessoas
Fundo Partidário 45% · partido e outras campanhas 18% · próprios 37%
Gasto contratado
R$ 654
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 42364,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 18227,8%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 497,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892