Jose Edvan Camelo da Silva

Foto de Jose Edvan Camelo da Silva
Jose Edvan Camelo da Silva
6 eleições entre 1996 e 2024 · último partido PV
64 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Aposentado (exceto Servidor Público)
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Van Camêlo (Jose Edvan Camêlo da Silva) disputou 6 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Pilar em 2008, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2008, para vereador em Pilar/AL: 699 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Pilar/AL, declarou R$ 815 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 815, principalmente com serviços de terceiros (R$ 600) e publicidade por materiais impressos (R$ 215). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil.

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Evolução da votação nas eleições

240 votos em 2016 · 6 eleições

A votação de Jose Edvan Camelo da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 815 em receitas · R$ 815 em gastos contratados

Van Camêlo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Pilar (AL) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 815 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 815, principalmente com serviços de terceiros (R$ 600) e publicidade por materiais impressos (R$ 215). Em 2008, R$ 2 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 815campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 815contratados
Gastos em 2008R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Pilar (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 815
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 815
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 60073,6%
  • Materiais impressosR$ 21526,4%
2008Vereador, Pilar (AL)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 32% · pessoas 44% · próprios 25%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 2009,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1909,3%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1808,8%
  • Serviços de terceirosR$ 1507,4%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 314 lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil64,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2008

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Jose Edvan Camelo da Silva (Van Camêlo): candidaturas e votos · Radar do Voto