Beto Albuquerque declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006, 2010 e 2026, e senador por Rio Grande do Sul em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 630 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil do Fundo Partidário, R$ 356 mil de doações privadas (18 doadores) e R$ 80 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 997 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 481 mil) e serviços de terceiros (R$ 155 mil); R$ 691 mil já foram pagos. Em 2018, 59% dos R$ 1,9 milhão em gastos foram com serviços de terceiros; em 2014, 45% dos R$ 390 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Receitas em 2026R$ 1,1 milhãoparcial, até 27/09/2026
Gastos em 2026R$ 997 milcontratados, parcial; R$ 691 mil pagos
Gastos em 2018R$ 1,9 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2026
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Fundo Partidário
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
18 doadores pessoas físicas
FEFC 59% · Fundo Partidário menos de 1% · pessoas 33% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 997 mil
pago até agora: R$ 691 mil (69%)
- Militância e mobilização de ruaR$ 481 mil48,2%
- Serviços de terceirosR$ 155 mil15,6%
- Materiais impressosR$ 63 mil6,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 30 mil3,0%
- Locação de imóveisR$ 28 mil2,8%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 241 mil24,1%
Arrecadado
R$ 1,9 milhão
62 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 89% · pessoas 8% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 1,9 milhão
tudo pago (100%)
- Serviços de terceirosR$ 1,1 milhão59,3%
- Materiais impressosR$ 79 mil4,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 20 mil1,0%
- Locação de imóveisR$ 10 mil0,5%
- Outras 13 categoriasR$ 672 mil35,0%
Arrecadado
R$ 392 mil
doações de pessoas
pessoas menos de 1% · empresas 99%
Gasto contratado
R$ 390 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 176 mil45,2%
- PessoalR$ 55 mil14,0%
- Serviços de terceirosR$ 19 mil4,8%
- Serviços de terceirosR$ 2 mil0,5%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 5 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 138 mil35,5%
Ver as 2 campanhas anteriores
Arrecadado
R$ 1,5 milhão
3 doadores pessoas físicas
partido 24% · pessoas 4% · empresas 72%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 502 mil34,5%
- PessoalR$ 79 mil5,4%
- Locação de imóveisR$ 24 mil1,6%
- Outras 16 categoriasinclui R$ 361 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 848 mil58,4%
Arrecadado
R$ 772 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 7% · empresas 85%
Gasto contratado
R$ 505 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 125 mil24,7%
- Serviços de terceirosR$ 69 mil13,7%
- Locação de imóveisR$ 29 mil5,8%
- Outras 16 categoriasinclui R$ 23 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 281 mil55,7%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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