Luiz Roberto de Albuquerque

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Luiz Roberto de Albuquerque
9 eleições entre 1990 e 2026 · PSB
63 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Beto Albuquerque (Luiz Roberto de Albuquerque) disputou 8 eleições entre 1990 e 2018, para senador, vice-presidente, deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2010, 2006, 2002 e 1998; deputado estadual em 1990. A maior votação foi em 2018, para senador por RS: 1.713.792 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por RS pelo PSB. Na campanha de 2026 para deputado federal por RS, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 630 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil do Fundo Partidário, R$ 356 mil de doações privadas (18 doadores) e R$ 80 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 997 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 481 mil), serviços de terceiros (R$ 155 mil) e publicidade por adesivos (R$ 82 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,9 milhão em 2018 (59% com serviços de terceiros) e R$ 390 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

1.713.792 votos em 2018 · 9 eleições · 2026 em disputa

A votação de Luiz Roberto de Albuquerque em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalPrefeitoPresidenteSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 1,1 milhão em receitas · R$ 997 mil em gastos contratados

Beto Albuquerque declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Rio Grande do Sul em 2006, 2010 e 2026, e senador por Rio Grande do Sul em 2014 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 630 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 8 mil do Fundo Partidário, R$ 356 mil de doações privadas (18 doadores) e R$ 80 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 997 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 481 mil) e serviços de terceiros (R$ 155 mil); R$ 691 mil já foram pagos. Em 2018, 59% dos R$ 1,9 milhão em gastos foram com serviços de terceiros; em 2014, 45% dos R$ 390 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.

Receitas em 2026R$ 1,1 milhãoparcial, até 27/09/2026
Gastos em 2026R$ 997 milcontratados, parcial; R$ 691 mil pagos
Gastos em 2018R$ 1,9 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
18 doadores pessoas físicas
FEFC 59% · Fundo Partidário menos de 1% · pessoas 33% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 997 mil
pago até agora: R$ 691 mil (69%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 481 mil48,2%
  • Serviços de terceirosR$ 155 mil15,6%
  • Materiais impressosR$ 63 mil6,3%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 30 mil3,0%
  • Locação de imóveisR$ 28 mil2,8%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 241 mil24,1%
2018Senador, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,9 milhão
62 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 89% · pessoas 8% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 1,9 milhão
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 1,1 milhão59,3%
  • Materiais impressosR$ 79 mil4,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 20 mil1,0%
  • Locação de imóveisR$ 10 mil0,5%
  • Outras 13 categoriasR$ 672 mil35,0%
2014Senador, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 392 mil
doações de pessoas
pessoas menos de 1% · empresas 99%
Gasto contratado
R$ 390 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 176 mil45,2%
  • PessoalR$ 55 mil14,0%
  • Serviços de terceirosR$ 19 mil4,8%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil0,5%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 5 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 138 mil35,5%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,5 milhão
3 doadores pessoas físicas
partido 24% · pessoas 4% · empresas 72%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 502 mil34,5%
  • PessoalR$ 79 mil5,4%
  • Locação de imóveisR$ 24 mil1,6%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 361 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 848 mil58,4%
2006Deputado federal, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 772 mil
10 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 8% · pessoas 7% · empresas 85%
Gasto contratado
R$ 505 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 125 mil24,7%
  • Serviços de terceirosR$ 69 mil13,7%
  • Locação de imóveisR$ 29 mil5,8%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 23 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 281 mil55,7%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 2002, 2006 e 2010 · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885