Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Clovis Montagner (Clóvis Alberto Montagner) disputou 5 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Faxinal do Soturno em 2020, 2016, 2008 e 2004. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Faxinal do Soturno/RS: 2.534 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Faxinal do Soturno/RS, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 4 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 33 mil em 2016 e R$ 22 mil em 2008.
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Evolução da votação nas eleições
2.376 votos em 2020 (eleito) · 5 eleições
A votação de Clovis Alberto Montagner em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 15 mil em receitas · R$ 15 mil em gastos
Clovis Montagner declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Faxinal do Soturno (RS) em 2008, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 15 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 4 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil). Em 2016, R$ 33 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 22 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 15 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 15 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 33 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 63% · pessoas 4% · empresas 33%
Gasto contratado
R$ 22 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Publicidade por carros de somR$ 4 mil15,8%
Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil14,7%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil14,6%
AlimentaçãoR$ 2020,9%
Outras 5 categoriasinclui R$ 3 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 12 mil53,9%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Prefeito · 2020ELEITO2.376LFaxinal do Soturno, Rio Grande do Sul · 64 anos · Branca · Superior completo · Aposentado (exceto Servidor Público) · PP · nº 11 · ver resultado completo
Prefeito · 2016ELEITO2.534LFaxinal do Soturno, Rio Grande do Sul · 60 anos · Branca · Superior completo · Aposentado (exceto Servidor Público) · PP · nº 11 · ver resultado completo
Prefeito · 2004ELEITO1.811LFaxinal do Soturno, Rio Grande do Sul · 48 anos · Superior completo · Bancario e Economiario · PP · nº 11 · ver resultado completo
Prefeito · 1996NÃO ELEITO2.009LFaxinal do Soturno, Rio Grande do Sul · 40 anos · Superior completo · Bancario · PPB · nº 11 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.