Marcelo Menezes Gregorio

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Marcelo Menezes Gregorio
6 eleições entre 1996 e 2024 · último partido PSDB
54 anos em 2024 · Masculino · Ensino médio completo
Técnico de Química
redes informadas ao TSE
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Marcelo Gregorio (Marcelo Menezes Gregório) disputou 6 eleições entre 1996 e 2024, para vice-prefeito, vereador e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: vice-prefeito de Candiota em 2024 e 2000; prefeito de Candiota em 2004; vereador de Candiota em 1996. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Candiota/RS: 1.969 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Candiota/RS, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 423 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 700 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil), publicidade por adesivos (R$ 1 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 900).

Vice-Prefeito · 2024
3.800
votos · Candiota, Rio Grande do Sul · vice não recebe voto nominal
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

109 votos em 2020 · 6 eleições

A votação de Marcelo Menezes Gregorio em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 5 mil em receitas · R$ 5 mil em gastos

Marcelo Gregorio declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereador em Candiota (RS) em 2020. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 423 do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 4 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 700 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 5 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil) e publicidade por adesivos (R$ 1 mil).

Receitas em 2020R$ 5 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 5 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas12020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Candiota (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 8% · pessoas 79% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 5 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 2 mil38,9%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil26,1%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 90018,4%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 80016,4%
  • Outras 1 categoriaR$ 140,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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