- Materiais impressosR$ 533 mil72,4%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 73 mil9,9%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 63 mil8,5%
- AlimentaçãoR$ 20 mil2,7%
- Outras 12 categoriasR$ 47 mil6,4%
Maria Inês (Maria Inês de Almeida Soares) disputou 5 eleições entre 1994 e 2012, para prefeita e deputada estadual. Ela foi eleita 2 vezes: prefeita de Ribeirão Pires em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2000, para prefeita em Ribeirão Pires/SP: 27.076 votos. Na campanha de 2012 para prefeita em Ribeirão Pires/SP, declarou R$ 956 mil em receitas: R$ 745 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 25 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 175 mil de empresas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 736 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 533 mil), publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 73 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 63 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 233 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Maria Inês de Almeida Soares em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Maria Inês declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por São Paulo em 2006, e prefeita em Ribeirão Pires (SP) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 956 mil em receitas: R$ 745 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 25 mil de doações privadas (7 doadores), R$ 175 mil de empresas e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 736 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 533 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 73 mil). Em 2006, R$ 233 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.