Gelson Apicelo

Foto de Gelson Apicelo
Gelson Apicelo
12 eleições entre 1996 e 2020 · último partido MDB
72 anos em 2020 · Masculino · Ensino fundamental completo
Agricultor

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gelson Apicelo disputou 12 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, prefeito, vice-prefeito, deputado estadual e deputado federal. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Rio das Ostras em 2012. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Rio das Ostras/RJ: 11.661 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Rio das Ostras/RJ, declarou R$ 2 mil em receitas, de outros recursos do partido e de outras campanhas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 50 mil em 2014 e R$ 25 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

784 votos em 2016 · 12 eleições

A votação de Gelson Apicelo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 2 mil em receitas

Gelson Apicelo declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006 e 2014, deputado federal por Rio de Janeiro em 2010, prefeito em Rio das Ostras (RJ) em 2016, e vereador em Rio das Ostras (RJ) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 2 mil em receitas, de outros recursos do partido e de outras campanhas. Em 2014, R$ 50 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 25 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 50 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2020Vereador, Rio das Ostras (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2016Prefeito, Rio das Ostras (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
3 doadores pessoas físicas
pessoas 29% · próprios 71%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2014Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 50 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 23% · pessoas 45% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 50 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 15 mil30,3%
  • PessoalR$ 11 mil22,3%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 9 mil18,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 6 mil11,9%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 8 mil16,9%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado federal, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 25 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 72% · empresas 9% · próprios 18%
Gasto contratado
R$ 25 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 6 mil23,5%
  • Publicidade por carros de somR$ 5 mil18,1%
  • Encargos sociaisR$ 2 mil8,4%
  • PessoalR$ 2 mil7,2%
  • Outras 2 categoriasR$ 11 mil42,8%
2006Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 22 mil
doações de pessoas
pessoas 55% · empresas 45%
Gasto contratado
R$ 22 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 11 mil47,7%
  • Publicidade por carros de somR$ 4 mil17,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil12,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 1 mil5,9%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 4 mil16,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

12 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892