Laury de Souza Villar

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Laury de Souza Villar
5 eleições entre 2000 e 2012 · último partido PSB
49 anos em 2012 · Masculino · Superior completo
Agente Administrativo
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Laury Villar (Laury de Souza Villar) disputou 5 eleições entre 2000 e 2012, para vice-prefeito, deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Duque de Caxias em 2012 e 2008; vereador de Duque de Caxias em 2000. A maior votação foi em 2004, para prefeito em Duque de Caxias/RJ: 204.570 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 438 mil em receitas: R$ 214 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 173 mil de doações privadas (56 doadores), R$ 20 mil de empresas e R$ 31 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 438 mil, principalmente com pessoal (R$ 138 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 100 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 30 mil).

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Evolução da votação nas eleições

27.150 votos em 2010 · 5 eleições

A votação de Laury de Souza Villar em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 438 mil em receitas · R$ 438 mil em gastos contratados

Laury Villar declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 438 mil em receitas: R$ 214 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 173 mil de doações privadas (56 doadores), R$ 20 mil de empresas e R$ 31 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 438 mil, principalmente com pessoal (R$ 138 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 100 mil).

Receitas em 2010R$ 438 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 438 milcontratados
Campanhas12010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 438 mil
56 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 49% · pessoas 39% · empresas 5% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 438 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 138 mil31,5%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 100 mil22,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 30 mil6,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 29 mil6,6%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 42 lançados como "diversas a especificar"R$ 141 mil32,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000, 2008 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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