- Serviços advocatíciosR$ 10 mil39,2%
- Materiais impressosR$ 8 mil29,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 4 mil13,7%
- Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 2 mil9,4%
- Outras 2 categoriasR$ 2 mil7,8%
Marquinho Mendes (Marcos da Rocha Mendes) disputou 7 eleições entre 1998 e 2020, para prefeito, deputado federal, vice-prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Cabo Frio em 2016, 2008 e 2004; vice-prefeito de Cabo Frio em 2000; deputado estadual em 1998. A maior votação foi em 2008, para prefeito em Cabo Frio/RJ: 47.799 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por RJ pelo MDB. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 23,5 milhões empenhados em 13 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2017, para 7 municípios; 93% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 92 mil em receitas: R$ 75 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 17 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 10 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 4 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 114 mil em 2020 (53% com serviços de terceiros) e R$ 468 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marcos da Rocha Mendes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marquinho Mendes declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: prefeito em Cabo Frio (RJ) em 2008, 2016, 2016 e 2020, deputado federal por Rio de Janeiro em 2014, e deputado estadual por Rio de Janeiro em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 92 mil em receitas: R$ 75 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 17 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 26 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 8 mil); R$ 14 mil já foram pagos. Em 2020, 53% dos R$ 114 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2016, R$ 468 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Marquinho Mendes teve R$ 23,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 13 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2017 (legislatura 2015 a 2018), para 7 municípios. Já foram pagos R$ 22 milhões (93%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (63%). As cidades que mais receberam foram Cabo Frio, Armação dos Búzios e Silva Jardim.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2017 | R$ 11 milhões | R$ 10,7 milhões | 98% | 3 | 1 |
| 2016 | R$ 12,5 milhões | R$ 11,3 milhões | 90% | 10 | 7 |
| Total | R$ 23,5 milhões | R$ 22 milhões | 93% | 13 | 7 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.