- Materiais impressosR$ 4 mil35,1%
- Locação/cessão de bens móveisR$ 4 mil32,3%
- Locação de imóveisR$ 2 mil16,1%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 2 mil13,3%
- Outras 1 categoriaR$ 4053,3%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Luisinho (Luis Eduardo Almeida de Oliveira) disputou 8 eleições entre 1994 e 2012, para vereador, deputado federal, vice-prefeito, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 1998. A maior votação foi em 1998, para deputado federal por RJ: 48.181 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Belford Roxo/RJ, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil), locação/cessão de bens móveis (R$ 4 mil) e locação de imóveis (R$ 2 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 136 mil em 2010 e R$ 46 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Luis Eduardo Almeida de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Luisinho declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Rio de Janeiro em 2006 e 2010, e vereador em Belford Roxo (RJ) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 15 mil em receitas: R$ 3 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 12 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 4 mil) e locação/cessão de bens móveis (R$ 4 mil). Em 2010, R$ 136 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 46 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.