- PessoalR$ 58 mil31,1%
- Materiais impressosR$ 13 mil6,7%
- Locação de imóveisR$ 3 mil1,7%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 113 mil60,5%
Reno Caramori / Reno (Reno Luiz Caramori) disputou 7 eleições entre 1994 e 2014, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2010, 2006, 2002, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por SC: 38.676 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por SC, declarou R$ 187 mil em receitas: R$ 167 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 187 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 67 mil), pessoal (R$ 58 mil) e materiais de expediente (R$ 15 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 167 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Reno Luiz Caramori em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Reno Caramori / Reno declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Santa Catarina em 2006 e 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 187 mil em receitas: R$ 167 mil de empresas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 187 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 67 mil) e pessoal (R$ 58 mil). Em 2006, R$ 167 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.