Gilberto Capoani

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Gilberto Capoani
8 eleições entre 1996 e 2022 · último partido MDB
65 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Gilberto Capoani disputou 8 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual, deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2018, 2014, 2010 e 2006; prefeito de Sertão em 1996. A maior votação foi em 2010, para deputado estadual por RS: 53.050 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, indicou R$ 1,1 milhão em 9 emendas estaduais ao orçamento de 2023, para 8 municípios; 0% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RS, declarou R$ 341 mil em receitas: R$ 325 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 10 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 335 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 221 mil), militância e mobilização de rua (R$ 30 mil) e locação de imóveis (R$ 20 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 214 mil em 2018 (48% com publicidade por materiais impressos) e R$ 315 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

25.637 votos em 2022 · 8 eleições

A votação de Gilberto Capoani em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. FederalDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 341 mil em receitas · R$ 335 mil em gastos

Gilberto Capoani declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 341 mil em receitas: R$ 325 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outros recursos do partido e R$ 10 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 335 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 221 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 30 mil). Em 2018, 48% dos R$ 214 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, R$ 315 mil em gastos contratados.

Receitas em 2022R$ 341 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 335 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 214 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 341 mil
doações de pessoas
FEFC 95% · partido 2% · pessoas 3%
Gasto contratado
R$ 335 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 221 mil65,9%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 30 mil9,1%
  • Locação de imóveisR$ 20 mil6,1%
  • Serviços de terceirosR$ 12 mil3,6%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 59 lançados como "diversas a especificar" e R$ 15 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 52 mil15,4%
2018Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 232 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 65% · partido e outras campanhas 27% · pessoas 4% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 214 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 102 mil47,9%
  • Serviços de terceirosR$ 37 mil17,3%
  • PessoalR$ 27 mil12,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 12 mil5,8%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 400 doados a outros candidatos e partidosR$ 35 mil16,5%
2014Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 315 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 44% · pessoas 9% · empresas 4% · próprios 44%
Gasto contratado
R$ 315 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 109 mil34,7%
  • Materiais impressosR$ 105 mil33,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 20 mil6,5%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 18 mil5,8%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 11 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 62 mil19,8%
Ver as 2 campanhas anteriores
2010Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 350 mil
21 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 28% · empresas 27% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 350 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 121 mil34,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 88 mil25,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 23 mil6,6%
  • Serviços de terceirosR$ 14 mil3,9%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 104 mil29,8%
2006Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 51 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 13% · empresas 5% · próprios 72%
Gasto contratado
R$ 51 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 15 mil29,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 7 mil13,4%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 6 mil11,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil6,7%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 20 mil39,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 1,1 milhão indicados · 0% pago · 9 emendas em 8 municípios

Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · pode estar desatualizada3 · números estaduais aproximados4

Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, Gilberto Capoani indicou R$ 1,1 milhão em 9 emendas estaduais ao orçamento de 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 8 municípios. Até a coleta na fonte, 0% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Secretaria da Saúde (91%). As cidades que mais receberam foram 85510, 86770 e 89117.2

IndicadoR$ 1,1 milhãoorçamento de 2023
PagoR$ 00% do indicado
Emendas9estaduais
Municípios8diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoIndicadoPago% pagoEmendasMunicípios
2023R$ 1,1 milhãoR$ 00%98

Órgãos que mais receberam

  1. 1Secretaria da SaúdeR$ 1 milhão90,9%
  2. 2Secretaria da Segurança PúblicaR$ 100 mil9,1%

Municípios que mais receberam

  1. 185510R$ 200 mil18,2%
  2. 286770R$ 200 mil18,2%
  3. 389117R$ 200 mil18,2%

Fonte: Transparencia RS — Emendas Parlamentares Estaduais (export Power BI, layout atual), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Rio Grande do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩

  4. 4

    Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Rio Grande do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. ↩

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2010, 2014 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892