Prof. Orlando

Foto de Orlando Marcelino da Silva Filho
Prof. Orlando
Orlando Marcelino da Silva Filho (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2012 · PSTU
47 anos em 2012 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Fundamental

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Prof. Orlando (Orlando Marcelino da Silva Filho) disputou 6 eleições entre 1996 e 2012, para vereador, 1º suplente senador, deputado estadual, vice-prefeito e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por RS: 599 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Passo Fundo/RS, declarou R$ 765 em receitas: R$ 343 de outras campanhas e R$ 422 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 440, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 225) e publicidade por materiais impressos (R$ 215). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil, 69% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

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Evolução da votação nas eleições

184 votos em 2012 · 6 eleições

A votação de Orlando Marcelino da Silva Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. EstadualSenadorVereadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 765 em receitas · R$ 440 em gastos contratados

Prof. Orlando declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Passo Fundo (RS) em 2008 e 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 765 em receitas: R$ 343 de outras campanhas e R$ 422 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 440, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 225) e publicidade por materiais impressos (R$ 215). Em 2008, 69% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.

Receitas em 2012R$ 765campanha encerrada
Gastos em 2012R$ 440contratados
Gastos em 2008R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22008 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Passo Fundo (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 765
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 45% · próprios 55%
Gasto contratado
R$ 440
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 22551,1%
  • Materiais impressosR$ 21548,9%
2008Vereador, Passo Fundo (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
pessoas 25% · empresas 25% · próprios 50%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 83269,3%
  • Materiais impressosR$ 20016,7%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 12310,2%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 453,8%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892