Ronaldo Ligiero Alvim

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Ronaldo Ligiero Alvim
6 eleições entre 1994 e 2020 · último partido PTB
71 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
redes informadas ao TSE
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Ronaldo Alvim (Ronaldo Ligiero Alvim) disputou 6 eleições entre 1994 e 2020, para prefeito, deputado federal e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por RJ: 4.151 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Miracema/RJ, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 50 de empresas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 2 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 8 mil, 53% com baixa recursos estimáveis - recursos de pessoas jurídicas.

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Evolução da votação nas eleições

676 votos em 2010 · 6 eleições

A votação de Ronaldo Ligiero Alvim em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 2 mil em receitas · R$ 2 mil em gastos contratados

Ronaldo Alvim declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, e prefeito em Miracema (RJ) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas e R$ 50 de empresas. Os gastos contratados somam R$ 2 mil, principalmente com baixa de recursos estimáveis em dinheiro (R$ 2 mil). Em 2006, 53% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com baixa recursos estimáveis - recursos de pessoas jurídicas.

Gastos em 2008R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2008 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2020Prefeito, Miracema (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2008Prefeito, Miracema (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 97% · empresas 3%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil100,0%
2006Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 23% · pessoas 25% · empresas 53%
Gasto contratado
R$ 8 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 3 categoriasR$ 8 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
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