- Serviços de terceirosR$ 7 mil23,8%
- Materiais impressosR$ 4 mil12,2%
- Locação de imóveisR$ 9003,0%
- Materiais impressosR$ 4701,6%
- Outras 5 categoriasR$ 18 mil59,5%
José Cláudio (José Cláudio de Oliveira Martins) disputou 6 eleições entre 1994 e 2016, para vereador, deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 1998 e 1994. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por RJ: 21.525 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Campos/RJ, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 24 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil), serviços de terceiros (R$ 7 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 6 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 21 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Cláudio de Oliveira Martins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
José Cláudio declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, e vereador em Campos (RJ) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 4 mil de outras campanhas, R$ 24 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 10 mil) e serviços de terceiros (R$ 7 mil). Em 2006, R$ 21 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.