- PessoalR$ 948 mil24,4%
- Serviços de terceirosR$ 831 mil21,4%
- Materiais impressosR$ 669 mil17,3%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 300 mil7,7%
- Outras 14 categoriasR$ 1,1 milhão29,2%
Damares Alves (Damares Regina Alves) disputou 1 eleição, em 2022, para senadora por DF e foi eleita com 714.562 votos. No Senado Federal, teve R$ 185,5 milhões empenhados em 62 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 79 municípios; 63% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para senadora por DF, declarou R$ 3,9 milhões em receitas: R$ 3,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 690 mil do Fundo Partidário e R$ 139 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 3,9 milhões, principalmente com pessoal (R$ 948 mil), serviços de terceiros (R$ 831 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 669 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Damares Alves declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: senadora por Distrito Federal em 2022. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 3,9 milhões em receitas: R$ 3,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 690 mil do Fundo Partidário e R$ 139 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 3,9 milhões, principalmente com pessoal (R$ 948 mil) e serviços de terceiros (R$ 831 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Damares Alves teve R$ 185,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 62 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 79 municípios. Já foram pagos R$ 116,8 milhões (63%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (25%). As cidades que mais receberam foram Ilhéus, Águas Lindas de Goiás e Cascavel.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 38,5 milhões | R$ 4,9 milhões | 13% | 15 | 17 |
| 2025 | R$ 37,6 milhões | R$ 15,6 milhões | 42% | 19 | 43 |
| 2024 | R$ 24,8 milhões | R$ 14,8 milhões | 60% | 12 | 41 |
| Total | R$ 100,9 milhões | R$ 35,3 milhões | 35% | 46 | 79 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.