- Publicidade por adesivosR$ 65 mil46,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 12 mil8,7%
- Materiais impressosR$ 11 mil7,9%
- Serviços advocatíciosR$ 10 mil7,2%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 13 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 41 mil29,6%
Almir Bié (Antonio Almir Bié da Silva) disputou 5 eleições entre 2000 e 2022, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Itatira em 2016, 2012, 2004 e 2000. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por CE: 35.510 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, indicou R$ 1 milhão em 1 emenda estadual ao orçamento de 2024, para 1 município; 0% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputado estadual por CE, declarou R$ 161 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 128 mil de doações privadas (9 doadores). Os gastos contratados somam R$ 139 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 65 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 12 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 11 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 47 mil em 2016 e R$ 69 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antonio Almir Bié da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Almir Bié declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Itatira (CE) em 2012 e 2016, e deputado estadual por Ceará em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 161 mil em receitas: R$ 30 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 128 mil de doações privadas (9 doadores). Os gastos contratados somam R$ 139 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 65 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 12 mil). Em 2016, R$ 47 mil em gastos contratados; em 2012, 58% dos R$ 69 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, Almir Bié indicou R$ 1 milhão em 1 emenda estadual ao orçamento de 2024 (legislatura 2023 a 2026), para 1 município. Até a coleta na fonte, 0% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Fundo Estadual de Saúde (100%). A cidade que mais recebeu foi Massapê.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2024 | R$ 1 milhão | R$ 0 | 0% | 1 | 1 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Assembleia Legislativa do Ceará — emendas parlamentares ao orçamento (PCF/individuais), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Ceará e a Assembleia Legislativa do Estado do Ceará. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Ceará e a Assembleia Legislativa do Estado do Ceará. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.