- Serviços de terceirosR$ 117 mil60,3%
- Cessão ou locação de veículosR$ 39 mil20,0%
- Locação de imóveisR$ 22 mil11,4%
- Serviços contábeisR$ 10 mil5,2%
- Outras 2 categoriasR$ 6 mil3,1%
Hassan de Zé Cocá (Hassan Andrade Iossef) disputou 2 eleições entre 2016 e 2022, para deputado estadual e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2022; vice-prefeito de Jequié em 2016. Em 2026, concorre a deputado estadual por BA pelo PP. Na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, indicou R$ 27,4 milhões em 38 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 5 municípios; 78% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por BA, declarou R$ 850 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 250 mil do Fundo Partidário e R$ 500 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 194 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 117 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 39 mil) e locação de imóveis (R$ 22 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2022, já encerrada, gastou R$ 333 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Hassan Andrade Iossef em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Hassan de Zé Cocá declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 850 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 250 mil do Fundo Partidário e R$ 500 mil de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 194 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 117 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 39 mil); R$ 79 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 333 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, Hassan de Zé Cocá indicou R$ 27,4 milhões em 38 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 5 municípios. Até a coleta na fonte, 78% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Secretaria da Saúde (48%). As cidades que mais receberam foram Itiruçu, Maracás e Itagi.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 10,1 milhões | R$ 6 milhões | 59% | 13 | 1 |
| 2025 | R$ 10,6 milhões | R$ 9 milhões | 85% | 13 | 3 |
| 2024 | R$ 6,7 milhões | R$ 6,4 milhões | 96% | 12 | 1 |
| Total | R$ 27,4 milhões | R$ 21,4 milhões | 78% | 38 | 5 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Governo do Estado da Bahia — Portal da Transparência, painel de Emendas Parlamentares (execução orçamentária), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo da Bahia e a Assembleia Legislativa do Estado da Bahia. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo da Bahia e a Assembleia Legislativa do Estado da Bahia. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.