- Materiais impressosR$ 899 mil41,5%
- Militância e mobilização de ruaR$ 611 mil28,2%
- Serviços de terceirosR$ 435 mil20,0%
- Locação de imóveisR$ 121 mil5,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 13 mil0,6%
- Outras 6 categoriasR$ 89 mil4,1%
Rogeria Santos (Rogéria de Almeida Pereira dos Santos) disputou 2 eleições entre 2016 e 2022, para deputada federal e vereadora. Ela foi eleita 2 vezes: deputada federal em 2022; vereadora de Salvador em 2016. A maior votação foi em 2022, para deputada federal por BA: 82.012 votos. Em 2026, concorre a deputada federal por BA pelo REPUBLICANOS. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 114 milhões empenhados em 36 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 106 municípios; 80% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputada federal por BA, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 200 mil do Fundo Partidário, R$ 100 mil de outras campanhas, R$ 1 de doações privadas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,2 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 899 mil), militância e mobilização de rua (R$ 611 mil) e serviços de terceiros (R$ 435 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,1 milhão em 2022 e R$ 19 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Rogeria de Almeida Pereira dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Rogeria Santos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereadora em Salvador (BA) em 2016, e deputada federal por Bahia em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,1 milhões em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 200 mil do Fundo Partidário, R$ 100 mil de outras campanhas, R$ 1 de doações privadas e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,2 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 899 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 611 mil); R$ 1,8 milhão já foram pagos. Em 2022, R$ 1,1 milhão em gastos; em 2016, 43% dos R$ 19 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Rogeria Santos teve R$ 114 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 36 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 106 municípios. Já foram pagos R$ 90,8 milhões (80%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (57%). As cidades que mais receberam foram Salvador, Inhambupe e Camaçari.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 33,2 milhões | R$ 20,1 milhões | 61% | 13 | 43 |
| 2025 | R$ 43 milhões | R$ 31,1 milhões | 72% | 13 | 60 |
| 2024 | R$ 36,8 milhões | R$ 36,6 milhões | 99% | 8 | 19 |
| Total | R$ 113 milhões | R$ 87,9 milhões | 78% | 34 | 106 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.