- Transporte ou deslocamentoR$ 150 mil36,3%
- Materiais impressosR$ 148 mil35,7%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 50 mil12,1%
- PessoalR$ 40 mil9,6%
- Outras 8 categoriasR$ 26 mil6,3%
Professor Sinésio (Sinésio da Silva Campos) disputou 9 eleições entre 1994 e 2022, para deputado estadual, vice-governador e vereador. Ele foi eleito 8 vezes: deputado estadual em 2022, 2018, 2014, 2010, 2006, 2002 e 1998; vereador de Manaus em 1996. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por AM: 38.482 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por AM pelo PT. Na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, indicou R$ 43,2 milhões em 128 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 35 municípios; 70% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por AM, declarou R$ 405 mil em receitas: R$ 266 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 32 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 107 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 414 mil, principalmente com transporte ou deslocamento (R$ 150 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 148 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 50 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 501 mil em 2022 e R$ 127 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Sinésio da Silva Campos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Professor Sinésio declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Amazonas em 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 405 mil em receitas: R$ 266 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 32 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 107 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 414 mil, principalmente com transporte ou deslocamento (R$ 150 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 148 mil); R$ 9 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 501 mil em gastos; em 2018, R$ 127 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, Professor Sinésio indicou R$ 43,2 milhões em 128 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 35 municípios. Até a coleta na fonte, 70% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Fes (26%). As cidades que mais receberam foram São Gabriel da Cachoeira, Manaus e Barcelos.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 18,4 milhões | R$ 7,8 milhões | 42% | 64 | 23 |
| 2025 | R$ 13,3 milhões | R$ 12,2 milhões | 92% | 42 | 16 |
| 2024 | R$ 11,4 milhões | R$ 10,2 milhões | 89% | 22 | 13 |
| Total | R$ 43,2 milhões | R$ 30,2 milhões | 70% | 128 | 35 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Assembleia Legislativa do Amazonas (ALEAM) / SEFAZ-AM — Emendas Parlamentares ao Orcamento Estadual, organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Amazonas e a Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Amazonas e a Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.