- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 200 mil32,3%
- Cessão ou locação de veículosR$ 117 mil19,0%
- Materiais impressosR$ 90 mil14,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 90 mil14,5%
- Outras 8 categoriasR$ 122 mil19,7%
Kaká Barbosa (José Carlos Carvalho Barbosa) disputou 6 eleições entre 2002 e 2022, para deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2018, 2014, 2010, 2006 e 2002. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por AP: 7.453 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Amapá, indicou R$ 7 milhões em 11 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2024, para 2 municípios; 29% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputado estadual por AP, declarou R$ 632 mil em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 619 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 200 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 117 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 90 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 850 mil em 2018 e R$ 116 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Carlos Carvalho Barbosa em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Kaká Barbosa declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 632 mil em receitas: R$ 600 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 13 mil de doações privadas (8 doadores) e R$ 19 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 619 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 200 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 117 mil). Em 2018, R$ 850 mil em gastos; em 2014, R$ 116 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Amapá, Kaká Barbosa indicou R$ 7 milhões em 11 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2024, para 2 municípios. Até a coleta na fonte, 29% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia (51%). A cidade que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Tartarugalzinho. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 2,9 milhões em 5 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 4 milhões em 6 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2024 | R$ 2,9 milhões | R$ 0 | 0% | 5 | 1 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Governo do Estado do Amapá — Observatório da Despesa Pública (Emendas Parlamentares Estaduais), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Amapá e a Assembleia Legislativa do Estado do Amapá. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Amapá e a Assembleia Legislativa do Estado do Amapá. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual, 2022: resultado atualizado pelo TSE depois da eleição. Antes constava eleito por quociente partidário nos dados do TSE; nos dados mais recentes do TSE consta não eleito. Fonte: TSE, dados abertos de candidatos.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.