Lázaro Botelho (Lázaro Botelho Martins) disputou 5 eleições entre 2006 e 2022, para deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2014, 2010 e 2006. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por TO: 42.935 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por TO pelo PP. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 133,9 milhões empenhados em 64 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2025, para 70 municípios; 92% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputado federal por TO, declarou R$ 2,7 milhões em receitas: R$ 2,7 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,7 milhões, principalmente com pessoal (R$ 673 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 498 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 401 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,9 milhão em 2018 e R$ 1,1 milhão em 2014.
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A votação de Lazaro Botelho Martins em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Lázaro Botelho declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Tocantins em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 2,7 milhões em receitas: R$ 2,7 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de doações privadas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,7 milhões, principalmente com pessoal (R$ 673 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 498 mil). Em 2018, R$ 1,9 milhão em gastos contratados; em 2014, R$ 1,1 milhão em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Lázaro Botelho teve R$ 133,9 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 64 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2025, para 70 municípios. Já foram pagos R$ 122,6 milhões (92%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (55%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Nova Olinda, Xambioá e Pedro Afonso. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 83,7 milhões em 17 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 50,2 milhões em 47 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2025 | R$ 45,5 milhões | R$ 35,1 milhões | 77% | 6 | 32 |
| 2024 | R$ 37,4 milhões | R$ 36,9 milhões | 99% | 10 | 27 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 82,9 milhões | R$ 72 milhões | 87% | 16 | 48 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
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Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal, 2022: resultado atualizado pelo TSE. Em 2025 o STF decidiu que a regra das sobras eleitorais fixada em 2024 (a última rodada aberta a todos os partidos e candidatos) vale também para a eleição de 2022 (ADIs 7228, 7263 e 7325), e o TSE refez a totalização de deputado federal em junho de 2025. Na totalização original constava eleito por média; nos dados mais recentes do TSE consta suplente. Fonte: TSE, dados abertos de candidatos; STF, ADIs 7228, 7263 e 7325.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.