- Materiais impressosR$ 317 mil43,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 265 mil36,5%
- Eventos de promoção da candidaturaR$ 31 mil4,3%
- Locação de imóveisR$ 29 mil3,9%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 124 lançados como "diversas a especificar"R$ 85 mil11,6%
Reis (Paulo Batista dos Reis) disputou 8 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2022; vereador de São Paulo em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por SP: 108.726 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por SP pelo PT. Na Assembleia Legislativa de São Paulo, indicou R$ 67 milhões em 160 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 58 municípios; 70% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 202 mil de doações privadas (37 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 727 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 317 mil), militância e mobilização de rua (R$ 265 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 31 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 982 mil em 2022 (76% com militância e mobilização de rua) e R$ 433 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Batista dos Reis em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Reis declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2012, 2016 e 2020, deputado estadual por São Paulo em 2022, e deputado federal por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,4 milhão em receitas: R$ 1,2 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 202 mil de doações privadas (37 doadores) e R$ 29 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 727 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 317 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 265 mil); R$ 541 mil já foram pagos. Em 2022, 76% dos R$ 982 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2020, 45% dos R$ 433 mil em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa de São Paulo, Reis indicou R$ 67 milhões em 160 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 58 municípios. Até a coleta de set/2026 na fonte, 70% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Saúde (63%). As cidades que mais receberam foram São Paulo, Atibaia e Santo Antônio do Pinhal.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 23,2 milhões | R$ 7,1 milhões | 31% | 68 | 41 |
| 2025 | R$ 22,5 milhões | R$ 20,5 milhões | 91% | 53 | 26 |
| 2024 | R$ 15,9 milhões | R$ 14,8 milhões | 93% | 29 | 15 |
| 2023 | R$ 5,5 milhões | R$ 4,3 milhões | 77% | 10 | 9 |
| Total | R$ 67 milhões | R$ 46,7 milhões | 70% | 160 | 58 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: painel de emendas parlamentares do Governo do Estado de São Paulo, organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Coleta na fonte em set/2026. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.