- Materiais impressosR$ 395 mil51,2%
- PessoalR$ 180 mil23,4%
- Locação de imóveisR$ 8 mil1,0%
- Outras 10 categoriasR$ 188 mil24,3%
Bruna Furlan (Bruna Dias Furlan Vicente) disputou 4 eleições entre 2010 e 2022, para deputada estadual e deputada federal. Ela foi eleita 4 vezes: deputada estadual em 2022; deputada federal em 2018, 2014 e 2010. A maior votação foi em 2010, para deputada federal por SP: 270.661 votos. Em 2026, concorre a deputada estadual por SP pelo REPUBLICANOS. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 126,8 milhões empenhados em 114 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 83 municípios; 88% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na Assembleia Legislativa de São Paulo, indicou R$ 106,6 milhões em 390 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 222 municípios; 60% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputada estadual por SP, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil de outros recursos do partido e R$ 180 mil de doações privadas (11 doadores). Os gastos contratados somam R$ 771 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 395 mil), pessoal (R$ 180 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 55 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,2 milhão em 2022 e R$ 2,5 milhões em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Bruna Dias Furlan Vicente em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Bruna Furlan declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputada federal por São Paulo em 2010, 2014 e 2018, e deputada estadual por São Paulo em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1,1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil de outros recursos do partido e R$ 180 mil de doações privadas (11 doadores). Os gastos contratados somam R$ 771 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 395 mil) e pessoal (R$ 180 mil); R$ 172 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 1,2 milhão em gastos; em 2018, 46% dos R$ 2,5 milhões em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Bruna Furlan teve R$ 126,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 114 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 83 municípios. Já foram pagos R$ 111,9 milhões (88%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (57%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Barueri, Itapevi e Carapicuíba. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 77,9 milhões em 40 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 48,9 milhões em 74 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 30,6 milhões | R$ 25,3 milhões | 83% | 9 | 10 |
| 2022 | R$ 17,6 milhões | R$ 16,1 milhões | 91% | 11 | 11 |
| 2021 | R$ 14,6 milhões | R$ 13,1 milhões | 90% | 8 | 10 |
| 2020 | R$ 15,2 milhões | R$ 14,9 milhões | 98% | 12 | 13 |
| Legislatura 2019 a 2022 | R$ 77,9 milhões | R$ 69,3 milhões | 89% | 40 | 30 |
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
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Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
Na Assembleia Legislativa de São Paulo, Bruna Furlan indicou R$ 106,6 milhões em 390 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 222 municípios. Até a coleta de set/2026 na fonte, 60% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Saúde (67%). As cidades que mais receberam foram Barueri, São Paulo e Jandira.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 32,3 milhões | R$ 6,7 milhões | 21% | 117 | 55 |
| 2025 | R$ 32,7 milhões | R$ 20,7 milhões | 63% | 148 | 123 |
| 2024 | R$ 30,6 milhões | R$ 25,7 milhões | 84% | 74 | 42 |
| 2023 | R$ 11 milhões | R$ 10,7 milhões | 97% | 51 | 44 |
| Total | R$ 106,6 milhões | R$ 63,7 milhões | 60% | 390 | 222 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: painel de emendas parlamentares do Governo do Estado de São Paulo, organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
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Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Coleta na fonte em set/2026. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.