- PessoalR$ 390 mil46,3%
- Materiais impressosR$ 220 mil26,1%
- Locação de imóveisR$ 10 mil1,2%
- Outras 5 categoriasinclui R$ 102 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 222 mil26,4%
Antonio Carlos Rodrigues disputou 7 eleições entre 2000 e 2022, para deputado federal, vereador e 1º suplente senador. Ele foi eleito 6 vezes: deputado federal em 2022; vereador de São Paulo em 2012, 2008, 2004 e 2000; 1º suplente senador em 2010. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por SP: 73.054 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por SP pelo PODE. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 122,6 milhões empenhados em 15 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 114 municípios; 83% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por SP, declarou R$ 1,9 milhão em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,4 milhão de doações privadas (11 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 841 mil, principalmente com pessoal (R$ 390 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 220 mil) e serviços advocatícios (R$ 65 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 953 mil em 2022 (48% com publicidade por materiais impressos) e R$ 1,4 milhão em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antonio Carlos Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Antonio Carlos Rodrigues declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em São Paulo (SP) em 2008 e 2012, e deputado federal por São Paulo em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,9 milhão em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1,4 milhão de doações privadas (11 doadores) e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 841 mil, principalmente com pessoal (R$ 390 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 220 mil); R$ 99 mil já foram pagos. Em 2022, 48% dos R$ 953 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, 55% dos R$ 1,4 milhão em gastos foram com pessoal. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Antonio Carlos Rodrigues teve R$ 122,6 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 15 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 114 municípios. Já foram pagos R$ 101,2 milhões (83%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (54%). As cidades que mais receberam foram Taboão da Serra, Guarujá e Araraquara.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 36,2 milhões | R$ 23,9 milhões | 66% | 6 | 54 |
| 2025 | R$ 41,2 milhões | R$ 34,6 milhões | 84% | 4 | 58 |
| 2024 | R$ 37,9 milhões | R$ 37,2 milhões | 98% | 5 | 28 |
| Total | R$ 115,2 milhões | R$ 95,7 milhões | 83% | 15 | 114 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.