- Serviços de terceirosR$ 642 mil59,8%
- Materiais impressosR$ 136 mil12,7%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 130 mil12,1%
- Locação de imóveisR$ 5 mil0,5%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 556 lançados como "diversas a especificar"R$ 161 mil15,0%
Simone Marquetto (Simone Aparecida Curraladas dos Santos) disputou 3 eleições entre 2016 e 2022, para deputada federal, prefeita e vice-prefeita. Ela foi eleita 3 vezes: deputada federal em 2022; prefeita de Itapetininga em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2022, para deputada federal por SP: 97.730 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 109,2 milhões empenhados em 40 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 70 municípios; 67% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputada federal por SP, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 103 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 642 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 136 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 130 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 265 mil em 2020 e R$ 129 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Simone Aparecida Curraladas dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Simone Marquetto declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeita em Itapetininga (SP) em 2016 e 2020, e deputada federal por São Paulo em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 103 mil de doações privadas (8 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,1 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 642 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 136 mil). Em 2020, R$ 265 mil em gastos; em 2016, 43% dos R$ 129 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Simone Marquetto teve R$ 109,2 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 40 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 70 municípios. Já foram pagos R$ 73 milhões (67%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (56%). As cidades que mais receberam foram Itapetininga, Itapeva e Sarapuí.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 35,2 milhões | R$ 12,9 milhões | 37% | 8 | 15 |
| 2025 | R$ 39,1 milhões | R$ 27,4 milhões | 70% | 16 | 55 |
| 2024 | R$ 35 milhões | R$ 29,3 milhões | 84% | 16 | 25 |
| Total | R$ 109,2 milhões | R$ 69,6 milhões | 64% | 40 | 70 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.