- Materiais impressosR$ 188 mil48,3%
- PessoalR$ 105 mil26,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 23 mil5,9%
- Serviços de terceirosR$ 20 mil5,1%
- Outras 5 categoriasinclui R$ 10 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 53 mil13,7%
Fabiano da Luz disputou 5 eleições entre 2004 e 2022, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2022 e 2018; prefeito de Pinhalzinho em 2012 e 2008; vereador de Pinhalzinho em 2004. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por SC: 34.972 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por SC pelo PT. Na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, indicou R$ 61,1 milhões em 399 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 134 municípios; 91% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SC, declarou R$ 494 mil em receitas: R$ 266 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 183 mil de doações privadas (36 doadores) e R$ 45 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 389 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 188 mil), pessoal (R$ 105 mil) e serviços advocatícios (R$ 25 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 319 mil em 2022 e R$ 63 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Fabiano da Luz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Fabiano da Luz declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeito em Pinhalzinho (SC) em 2008 e 2012, e deputado estadual por Santa Catarina em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 494 mil em receitas: R$ 266 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 183 mil de doações privadas (36 doadores) e R$ 45 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 389 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 188 mil) e pessoal (R$ 105 mil); R$ 223 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 319 mil em gastos; em 2018, 46% dos R$ 63 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, Fabiano da Luz indicou R$ 61,1 milhões em 399 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 134 municípios. Até a coleta na fonte, 91% desse valor estava pago. As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Pinhalzinho, Nova Erechim e Passos Maia. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 59,4 milhões em 386 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 1,7 milhão em 13 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 20,3 milhões | R$ 18,1 milhões | 89% | 119 | 96 |
| 2025 | R$ 19,4 milhões | R$ 18,4 milhões | 95% | 127 | 86 |
| 2024 | R$ 11,5 milhões | R$ 11,2 milhões | 97% | 82 | 63 |
| 2023 | R$ 8,3 milhões | R$ 8,1 milhões | 98% | 58 | 50 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 59,4 milhões | R$ 55,7 milhões | 94% | 386 | 132 |
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: ALESC / Governo de Santa Catarina — Emendas Parlamentares (cadastro 2023-2026), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Santa Catarina e a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Santa Catarina e a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.