- Materiais impressosR$ 219 mil33,3%
- Serviços de terceirosR$ 205 mil31,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 110 mil16,7%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 63 mil9,6%
- Outras 3 categoriasR$ 62 mil9,3%
Ana Campagnolo (Ana Caroline Campagnolo Galvao) disputou 2 eleições entre 2018 e 2022, para deputada estadual. Ela foi eleita 2 vezes: deputada estadual em 2022 e 2018. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por SC: 196.571 votos. Em 2026, concorre a deputada estadual por SC pelo PL. Na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, indicou R$ 61,2 milhões em 354 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 140 municípios; 70% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputada estadual por SC, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 21 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 660 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 219 mil), serviços de terceiros (R$ 205 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 110 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 367 mil em 2022 (44% com publicidade por materiais impressos) e R$ 8 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Ana Caroline Campagnolo Galvao em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Ana Campagnolo declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputada estadual por Santa Catarina em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 1,3 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 21 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 660 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 219 mil) e serviços de terceiros (R$ 205 mil); R$ 553 mil já foram pagos. Em 2022, 44% dos R$ 367 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2018, 50% dos R$ 8 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, Ana Campagnolo indicou R$ 61,2 milhões em 354 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 140 municípios. Até a coleta na fonte, 70% desse valor estava pago. As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Itajaí, Florianópolis e Chapecó. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 55,3 milhões em 321 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 5,9 milhões em 33 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 20,3 milhões | R$ 11,4 milhões | 56% | 109 | 72 |
| 2025 | R$ 19,5 milhões | R$ 16,9 milhões | 87% | 116 | 82 |
| 2024 | R$ 11,5 milhões | R$ 10,6 milhões | 92% | 71 | 54 |
| 2023 | R$ 4,1 milhões | R$ 4 milhões | 98% | 25 | 23 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 55,3 milhões | R$ 42,9 milhões | 78% | 321 | 135 |
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: ALESC / Governo de Santa Catarina — Emendas Parlamentares (cadastro 2023-2026), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Santa Catarina e a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Santa Catarina e a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.