- Materiais impressosR$ 216 mil42,4%
- PessoalR$ 138 mil27,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 40 mil7,9%
- Publicidade por adesivosR$ 38 mil7,5%
- Outras 9 categoriasR$ 77 mil15,1%
Mauricio Eskudlark (Maurício José Eskudlark) disputou 7 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual, deputado federal e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2022, 2018 e 2014. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por SC: 65.638 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, indicou R$ 61,3 milhões em 366 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 135 municípios; 87% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputado estadual por SC, declarou R$ 523 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 109 mil de doações privadas (19 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 509 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 216 mil), pessoal (R$ 138 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 40 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 399 mil em 2018 (58% com pessoal) e R$ 1,2 milhão em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Mauricio Jose Eskudlark em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Mauricio Eskudlark declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Santa Catarina em 2006, e deputado estadual por Santa Catarina em 2010, 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 523 mil em receitas: R$ 300 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 14 mil de outras campanhas, R$ 109 mil de doações privadas (19 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 509 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 216 mil) e pessoal (R$ 138 mil). Em 2018, 58% dos R$ 399 mil em gastos foram com pessoal; em 2014, 50% dos R$ 1,2 milhão em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina, Mauricio Eskudlark indicou R$ 61,3 milhões em 366 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 135 municípios. Até a coleta na fonte, 87% desse valor estava pago. As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Mondaí, Dona Emma e Rio do Sul. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 59,2 milhões em 356 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 2,1 milhões em 10 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 20,3 milhões | R$ 16,7 milhões | 82% | 116 | 94 |
| 2025 | R$ 19,6 milhões | R$ 18,2 milhões | 93% | 119 | 86 |
| 2024 | R$ 11,5 milhões | R$ 10,4 milhões | 91% | 78 | 59 |
| 2023 | R$ 7,9 milhões | R$ 7,8 milhões | 99% | 43 | 41 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 59,2 milhões | R$ 53,1 milhões | 90% | 356 | 132 |
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: ALESC / Governo de Santa Catarina — Emendas Parlamentares (cadastro 2023-2026), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Santa Catarina e a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Santa Catarina e a Assembleia Legislativa do Estado de Santa Catarina. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.