- Militância e mobilização de ruaR$ 690 mil21,8%
- Materiais impressosR$ 476 mil15,0%
- Serviços de terceirosR$ 137 mil4,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 127 mil4,0%
- PessoalR$ 33 mil1,1%
- Outras 7 categoriasR$ 1,7 milhão53,8%
Jaime Bagattoli (Jaime Maximino Bagattoli) disputou 2 eleições entre 2018 e 2022, para senador. Ele foi eleito 1 vez: senador em 2022. A maior votação foi em 2022, para senador por RO: 293.488 votos. No Senado Federal, teve R$ 209,1 milhões empenhados em 27 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 61 municípios; 81% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para senador por RO, declarou R$ 3,3 milhões em receitas: R$ 3 milhões de doações privadas (62 doadores) e R$ 300 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,2 milhões, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 870 mil), militância e mobilização de rua (R$ 690 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 476 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 2,2 milhões.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jaime Maximino Bagattoli em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Jaime Bagattoli declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: senador por Rondônia em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 3,3 milhões em receitas: R$ 3 milhões de doações privadas (62 doadores) e R$ 300 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,2 milhões, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 870 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 690 mil). Em 2018, R$ 2,2 milhões em gastos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Jaime Bagattoli teve R$ 209,1 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 27 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 61 municípios. Já foram pagos R$ 170,1 milhões (81%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (57%). As cidades que mais receberam foram Vilhena, Ji-Paraná e Porto Velho.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 61,5 milhões | R$ 37,4 milhões | 61% | 12 | 45 |
| 2025 | R$ 77 milhões | R$ 67,2 milhões | 87% | 7 | 45 |
| 2024 | R$ 68,2 milhões | R$ 64,3 milhões | 94% | 8 | 38 |
| Total | R$ 206,8 milhões | R$ 168,9 milhões | 82% | 27 | 61 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.