- Materiais impressosR$ 91 mil48,3%
- Serviços de terceirosR$ 20 mil10,6%
- Militância e mobilização de ruaR$ 19 mil10,3%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 4 mil2,1%
- Locação de imóveisR$ 2 mil1,3%
- Outras 4 categoriasR$ 51 mil27,3%
Pedro Pereira (Pedro Ozório Pereira) disputou 11 eleições entre 1996 e 2022, para deputado estadual, vice-prefeito, prefeito, deputado federal e vereador. Ele foi eleito 6 vezes: deputado estadual em 2022, 2018, 2014, 2010 e 2006; vereador de Canguçu em 1996. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por RS: 43.535 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por RS pelo PSD. Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, indicou R$ 9 milhões em 112 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 49 municípios; 42% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 358 mil em receitas: R$ 304 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de outros recursos do partido, R$ 28 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 188 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 91 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 35 mil) e serviços de terceiros (R$ 20 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 336 mil em 2022 (55% com pessoal) e R$ 114 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Pedro Ozorio Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Pedro Pereira declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2006, 2010, 2014, 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 358 mil em receitas: R$ 304 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de outros recursos do partido, R$ 28 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 15 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 188 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 91 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 35 mil); R$ 88 mil já foram pagos. Em 2022, 55% dos R$ 336 mil em gastos foram com pessoal; em 2018, 66% dos R$ 114 mil em gastos foram com serviços de terceiros. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul, Pedro Pereira indicou R$ 9 milhões em 112 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 49 municípios. Até a coleta na fonte, 42% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Secretaria da Saúde (51%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Pelotas, São Lourenço do Sul e Canguçu. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 8 milhões em 94 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 1 milhão em 18 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 4 milhões | R$ 900 mil | 23% | 53 | 43 |
| 2025 | R$ 2 milhões | R$ 1,4 milhão | 70% | 22 | 21 |
| 2024 | R$ 2 milhões | R$ 1,5 milhão | 73% | 19 | 17 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 8 milhões | R$ 3,8 milhões | 47% | 94 | 49 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Transparencia RS — Emendas Parlamentares Estaduais (export Power BI, layout atual), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Rio Grande do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Rio Grande do Sul e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.