- Militância e mobilização de ruaR$ 202 mil33,8%
- PessoalR$ 88 mil14,7%
- Materiais impressosR$ 7 mil1,1%
- Serviços de terceirosR$ 2 mil0,3%
- Outras 9 categoriasR$ 298 mil50,0%
Samuel Malafaia (Samuel Lima Malafaia) disputou 6 eleições entre 2002 e 2022, para deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2022, 2018, 2014, 2010 e 2002. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por RJ: 140.148 votos. Em 2026, concorre a 1º suplente por RJ pelo PL. Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, indicou R$ 8,4 milhões em 24 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 16 municípios; 10% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputado estadual por RJ, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 592 mil de outras campanhas e R$ 29 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 596 mil, principalmente com correspondências e despesas postais (R$ 236 mil), militância e mobilização de rua (R$ 202 mil) e pessoal (R$ 88 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 489 mil em 2018 e R$ 887 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Samuel Lima Malafaia em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Samuel Malafaia declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 592 mil de outras campanhas e R$ 29 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 596 mil, principalmente com correspondências e despesas postais (R$ 236 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 202 mil). Em 2018, R$ 489 mil em gastos; em 2014, R$ 887 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, Samuel Malafaia indicou R$ 8,4 milhões em 24 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 16 municípios. Até a coleta na fonte, 10% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Fes (46%). As cidades que mais receberam foram Rio das Ostras, Cabo Frio e Duque de Caxias.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 3,2 milhões | R$ 0 | 0% | 10 | 7 |
| 2025 | R$ 2,5 milhões | R$ 870 mil | 35% | 5 | 5 |
| 2024 | R$ 2,7 milhões | R$ 0 | 0% | 9 | 9 |
| Total | R$ 8,4 milhões | R$ 870 mil | 10% | 24 | 16 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: ALERJ / SEPLAG-RJ — Emendas parlamentares impositivas (bases de detalhe 2024-2026 + execução), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Rio de Janeiro e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Rio de Janeiro e a Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.