- Materiais impressosR$ 666 mil38,7%
- PessoalR$ 57 mil3,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 12 mil0,7%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 536 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 988 mil57,4%
Luciano Bivar (Luciano Caldas Bivar) disputou 9 eleições entre 1990 e 2022, para deputado federal, presidente, 1º suplente senador, vice-prefeito, senador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2022, 2018 e 1998. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por PE: 117.943 votos. Em 2026, concorre a 1º suplente por PE pelo MDB. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 201,3 milhões empenhados em 78 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 121 municípios; 90% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputado federal por PE, declarou R$ 2,6 milhões em receitas: R$ 2,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 240 mil do Fundo Partidário, R$ 225 mil de outros recursos do partido e R$ 8 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,7 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 666 mil), serviços advocatícios (R$ 180 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 84 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,9 milhão em 2018 (51% com publicidade por materiais impressos) e R$ 642 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Luciano Caldas Bivar em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Luciano Bivar declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: presidente em 2006, e deputado federal por Pernambuco em 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 2,6 milhões em receitas: R$ 2,1 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 240 mil do Fundo Partidário, R$ 225 mil de outros recursos do partido e R$ 8 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,7 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 666 mil) e serviços advocatícios (R$ 180 mil). Em 2018, 51% dos R$ 1,9 milhão em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2014, 67% dos R$ 642 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Luciano Bivar teve R$ 201,3 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 78 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2026, para 121 municípios. Já foram pagos R$ 180,8 milhões (90%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (56%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram São Caitano, João Alfredo e Jucati. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 119,2 milhões em 30 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 82,1 milhões em 48 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 36 milhões | R$ 29,4 milhões | 82% | 8 | 27 |
| 2025 | R$ 45,4 milhões | R$ 36,6 milhões | 81% | 13 | 62 |
| 2024 | R$ 37,6 milhões | R$ 36,4 milhões | 97% | 8 | 35 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 118,9 milhões | R$ 102,4 milhões | 86% | 29 | 86 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.