- Militância e mobilização de ruaR$ 1,2 milhão63,4%
- Materiais impressosR$ 355 mil19,4%
- Serviços de terceirosR$ 131 mil7,2%
- Serviços contábeisR$ 70 mil3,8%
- Outras 11 categoriasinclui R$ 175 lançados como "diversas a especificar"R$ 114 mil6,2%
Nelson Padovani (Nelson Fernando Padovani) disputou 3 eleições entre 2008 e 2022, para deputado federal e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 2022; vereador de Cascavel em 2008. A maior votação foi em 2022, para deputado federal por PR: 57.185 votos. Em 2026, concorre a 2º suplente por PR pelo PP. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 112,3 milhões empenhados em 19 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 107 municípios; 61% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para deputado federal por PR, declarou R$ 1,9 milhão em receitas: R$ 323 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 430 mil do Fundo Partidário e R$ 1,1 milhão de doações privadas (30 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 1,2 milhão), publicidade por materiais impressos (R$ 355 mil) e serviços de terceiros (R$ 131 mil). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 29 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Nelson Fernando Padovani em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Nelson Padovani declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Cascavel (PR) em 2008, e deputado federal por Paraná em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,9 milhão em receitas: R$ 323 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 430 mil do Fundo Partidário e R$ 1,1 milhão de doações privadas (30 doadores). Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 1,2 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 355 mil). Em 2008, R$ 29 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Nelson Padovani teve R$ 112,3 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 19 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 107 municípios. Já foram pagos R$ 68 milhões (61%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (56%). As cidades que mais receberam foram Curitiba, Cascavel e Londrina.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 36,7 milhões | R$ 7,9 milhões | 22% | 4 | 25 |
| 2025 | R$ 37,7 milhões | R$ 22,7 milhões | 60% | 9 | 50 |
| 2024 | R$ 37,9 milhões | R$ 37,4 milhões | 99% | 6 | 78 |
| Total | R$ 112,3 milhões | R$ 68 milhões | 61% | 19 | 107 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.