- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 3 milhões38,1%
- Serviços advocatíciosR$ 1,7 milhão21,5%
- Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 706 mil8,9%
- Publicidade por adesivosR$ 639 mil8,1%
- Outras 15 categoriasR$ 1,8 milhão23,4%
Sergio Moro (Sergio Fernando Moro) disputou 1 eleição, em 2022, para senador por PR e foi eleito com 1.953.188 votos. Em 2026, concorre a governador por PR pelo PL. No Senado Federal, teve R$ 207,3 milhões empenhados em 35 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 91 municípios; 82% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para governador por PR, declarou R$ 12,4 milhões em receitas: R$ 10,8 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 500 mil de outros recursos do partido e R$ 1,1 milhão de doações privadas (37 doadores). Os gastos contratados somam R$ 7,9 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 milhões), serviços advocatícios (R$ 1,7 milhão) e pesquisas ou testes eleitorais (R$ 706 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Na campanha de 2022, já encerrada, gastou R$ 5,1 milhões.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Sergio Fernando Moro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Sergio Moro declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: senador por Paraná em 2022, e governador por Paraná em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 12,4 milhões em receitas: R$ 10,8 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 500 mil de outros recursos do partido e R$ 1,1 milhão de doações privadas (37 doadores). Os gastos contratados somam R$ 7,9 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 3 milhões) e serviços advocatícios (R$ 1,7 milhão); R$ 4,3 milhões já foram pagos. Em 2022, R$ 5,1 milhões em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Sergio Moro teve R$ 207,3 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 35 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 91 municípios. Já foram pagos R$ 169,7 milhões (82%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (55%). As cidades que mais receberam foram Curitiba, Ponta Grossa e Barbosa Ferraz.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 64,4 milhões | R$ 39 milhões | 60% | 13 | 38 |
| 2025 | R$ 72,5 milhões | R$ 60,7 milhões | 84% | 11 | 55 |
| 2024 | R$ 69,6 milhões | R$ 68 milhões | 98% | 10 | 27 |
| Total | R$ 206,5 milhões | R$ 167,6 milhões | 81% | 34 | 91 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.