- Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 141 mil30,7%
- Publicidade por adesivosR$ 117 mil25,4%
- Materiais impressosR$ 77 mil16,8%
- Serviços contábeisR$ 60 mil13,0%
- Outras 8 categoriasR$ 65 mil14,1%
Dr. Paula (Paula Francinete Lacerda Cavalcanti de Almeida) disputou 4 eleições entre 2008 e 2022, para deputada estadual, vereadora e vice-prefeita. Ela foi eleita 2 vezes: deputada estadual em 2022 e 2018. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por PB: 38.799 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba, indicou R$ 15,7 milhões em 79 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 17 municípios; 78% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputada estadual por PB, declarou R$ 597 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 114 mil do Fundo Partidário, R$ 17 mil de outras campanhas e R$ 66 mil de doações privadas (12 doadores). Os gastos contratados somam R$ 460 mil, principalmente com locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 141 mil), publicidade por adesivos (R$ 117 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 77 mil). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 150 mil, 43% com publicidade por adesivos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paula Francinete Lacerda Cavalcanti de Almeida em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dr. Paula declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Paraíba em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 597 mil em receitas: R$ 400 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 114 mil do Fundo Partidário, R$ 17 mil de outras campanhas e R$ 66 mil de doações privadas (12 doadores). Os gastos contratados somam R$ 460 mil, principalmente com locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 141 mil) e publicidade por adesivos (R$ 117 mil). Em 2018, 43% dos R$ 150 mil em gastos foram com publicidade por adesivos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba, Dr. Paula indicou R$ 15,7 milhões em 79 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 17 municípios. Até a coleta na fonte, 78% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Secretaria de Estado da Saúde (44%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Cajazeiras, João Pessoa e Uiraúna. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 15,3 milhões em 72 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 380 mil em 7 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 5,1 milhões | R$ 3,4 milhões | 67% | 30 | 15 |
| 2025 | R$ 4,7 milhões | R$ 3,7 milhões | 78% | 14 | 5 |
| 2024 | R$ 3,7 milhões | R$ 3,1 milhões | 83% | 22 | 11 |
| 2023 | R$ 1,9 milhão | R$ 1,9 milhão | 100% | 6 | 5 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 15,3 milhões | R$ 12 milhões | 78% | 72 | 17 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparencia da Paraiba / API de Dados Abertos (dados.pb.gov.br) — emendas impositivas 2023-2026, organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo da Paraíba e a Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo da Paraíba e a Assembleia Legislativa do Estado da Paraíba. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.