- Serviços de terceirosR$ 497 mil18,8%
- Materiais impressosR$ 411 mil15,6%
- PessoalR$ 386 mil14,6%
- Serviços advocatíciosR$ 320 mil12,1%
- Outras 21 categoriasinclui R$ 25 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1 milhão38,9%
Coronel Sandro (Sandro Lúcio Fonseca) disputou 3 eleições entre 2018 e 2024, para prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Governador Valadares em 2024; deputado estadual em 2022 e 2018. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Governador Valadares/MG: 69.694 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, indicou R$ 53,4 milhões em 329 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2025, para 117 municípios; 97% desse valor já foi pago. Na campanha de 2024 para prefeito em Governador Valadares/MG, declarou R$ 2,7 milhões em receitas: R$ 2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 400 mil do Fundo Partidário e R$ 333 mil de doações privadas (28 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2,6 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 497 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 411 mil) e pessoal (R$ 386 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 649 mil em 2022 (42% com militância e mobilização de rua) e R$ 98 mil em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Sandro Lucio Fonseca em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Coronel Sandro declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2018 e 2022, e prefeito em Governador Valadares (MG) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 2,7 milhões em receitas: R$ 2 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 400 mil do Fundo Partidário e R$ 333 mil de doações privadas (28 doadores). Os gastos contratados somam R$ 2,6 milhões, principalmente com serviços de terceiros (R$ 497 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 411 mil). Em 2022, 42% dos R$ 649 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2018, R$ 98 mil em gastos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, Coronel Sandro indicou R$ 53,4 milhões em 329 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2025, para 117 municípios. Até a coleta na fonte, 97% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Secretaria de Estado de Governo (48%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Governador Valadares, Pescador e Conselheiro Pena. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 45,8 milhões em 270 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 7,7 milhões em 59 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2025 | R$ 23,8 milhões | R$ 23,5 milhões | 99% | 109 | 61 |
| 2024 | R$ 17,8 milhões | R$ 17,1 milhões | 96% | 116 | 75 |
| 2023 | R$ 4,1 milhões | R$ 4,1 milhões | 100% | 45 | 41 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 45,8 milhões | R$ 44,7 milhões | 98% | 270 | 111 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Assembleia Legislativa de MG — Portal da Transparência (Indicações de Emendas Parlamentares 2023-2026), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Minas Gerais e a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Minas Gerais e a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.