João Vitor Xavier (João Vítor Xavier Faustino) disputou 6 eleições entre 2008 e 2022, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2022, 2018, 2014 e 2010; vereador de Belo Horizonte em 2008. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Belo Horizonte/MG: 114.130 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, indicou R$ 77,7 milhões em 399 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 79 municípios; 62% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputado estadual por MG, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 579 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 168 mil de outros recursos do partido, R$ 445 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 522 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 215 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 150 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4,1 milhões em 2020 (53% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 647 mil em 2018.
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Evolução da votação nas eleições
62.597 votos em 2022 (eleito) · 6 eleições
A votação de João Vitor Xavier Faustino em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 1,2 milhão em receitas · R$ 1,2 milhão em gastos
João Vitor Xavier declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Belo Horizonte (MG) em 2008, deputado estadual por Minas Gerais em 2010, 2014, 2018 e 2022, e prefeito em Belo Horizonte (MG) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 1,2 milhão em receitas: R$ 579 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 168 mil de outros recursos do partido, R$ 445 mil de doações privadas (12 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 522 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 215 mil). Em 2020, 53% dos R$ 4,1 milhões em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2018, 43% dos R$ 647 mil em gastos foram com militância e mobilização de rua.
Receitas em 2022R$ 1,2 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 1,2 milhãocampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 4,1 milhõescontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 2% · pessoas 23% · empresas 24% · próprios 50% · outras 1%
Gasto contratado
R$ 140 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 47 mil33,4%
Materiais impressosR$ 39 mil28,1%
Combustíveis e lubrificantesR$ 10 mil7,2%
Transporte ou deslocamentoR$ 7 mil5,2%
Outras 13 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 36 mil26,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
R$ 77,7 milhões indicados · 62% pago · 399 emendas em 79 municípios
Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · pode estar desatualizada3 · números estaduais aproximados4
Na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, João Vitor Xavier indicou R$ 77,7 milhões em 399 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 79 municípios. Até a coleta na fonte, 62% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Fundo Estadual de Saúde (46%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Belo Horizonte, Caeté e Contagem. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 67,1 milhões em 338 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 10,6 milhões em 61 emendas.2
IndicadoR$ 77,7 milhõesorçamentos de 2023 a 2026
PagoR$ 48,4 milhões62% do indicado
Emendas399estaduais
Municípios79diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2023 a 2026)
Orçamento
Indicado
Pago
% pago
Emendas
Municípios
2026
R$ 24,2 milhões
R$ 0
0%
93
45
2025
R$ 24 milhões
R$ 20,3 milhões
85%
138
53
2024
R$ 17,6 milhões
R$ 17 milhões
96%
93
41
2023
R$ 1,3 milhão
R$ 1,3 milhão
100%
14
10
Legislatura 2023 a 2026
R$ 67,1 milhões
R$ 38,6 milhões
57%
338
77
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
1Fundo Estadual de SaúdeR$ 30,9 milhões46,1%
2Secretaria de Estado de GovernoR$ 12,3 milhões18,3%
3Secretaria de Estado de EducaçãoR$ 7,3 milhões10,9%
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
1Belo HorizonteR$ 7,9 milhões11,8%
2CaetéR$ 7,8 milhões11,6%
3ContagemR$ 4 milhões6,0%
Fonte: Assembleia Legislativa de MG — Portal da Transparência (Indicações de Emendas Parlamentares 2023-2026), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Minas Gerais e a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
2
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
3
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
4
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Minas Gerais e a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. ↩
4
Candidaturas
6 candidaturas · eleito em 2014, 2018 e 2022
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Estadual · 2022ELEITO · MÉDIA62.597GMG · 40 anos · Parda · Superior completo · Deputado · CIDADANIA · nº 23200 · ver resultado completo
Deputado Estadual · 2010ELEITO56.956GMG · 28 anos · Superior completo · Locutor e Comentarista de Rádio e Televisão e Radialista · PRP · nº 44200 · ver resultado completo
Vereador · 2008ELEITO6.504LBelo Horizonte, Minas Gerais · 26 anos · Superior completo · Locutor e Comentarista de Rádio e Televisão e Radialista · PRP · nº 44200 · ver resultado completoprestação de contas
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.