- PessoalR$ 107 mil34,8%
- Materiais impressosR$ 104 mil33,8%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 10 mil3,1%
- Locação de imóveisR$ 8 mil2,7%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 890 lançados como "diversas a especificar"R$ 78 mil25,4%
Leninha (Marilene Alves de Souza) disputou 5 eleições entre 1996 e 2022, para deputada estadual, prefeita, vice-prefeita e vereadora. Ela foi eleita 2 vezes: deputada estadual em 2022 e 2018. A maior votação foi em 2022, para deputada estadual por MG: 65.864 votos. Em 2026, concorre a deputada estadual por MG pelo PT. Na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, indicou R$ 67,5 milhões em 875 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 123 municípios; 62% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputada estadual por MG, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 73 mil de doações privadas (74 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 307 mil, principalmente com pessoal (R$ 107 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 104 mil) e serviços contábeis (R$ 35 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 810 mil em 2022 (65% com serviços de terceiros) e R$ 1,1 milhão em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marilene Alves de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Leninha declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: prefeita em Montes Claros (MG) em 2016 e 2020, e deputada estadual por Minas Gerais em 2018, 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 6 mil de outras campanhas, R$ 73 mil de doações privadas (74 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 307 mil, principalmente com pessoal (R$ 107 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 104 mil); R$ 97 mil já foram pagos. Em 2022, 65% dos R$ 810 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2020, 41% dos R$ 1,1 milhão em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, Leninha indicou R$ 67,5 milhões em 875 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 123 municípios. Até a coleta na fonte, 62% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Fundo Estadual de Saúde (49%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Montes Claros, Belo Horizonte e Pirapora. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 58,3 milhões em 772 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 9,2 milhões em 103 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 20,8 milhões | R$ 0 | 0% | 237 | 85 |
| 2025 | R$ 18,5 milhões | R$ 16 milhões | 86% | 213 | 83 |
| 2024 | R$ 17 milhões | R$ 16,7 milhões | 98% | 272 | 91 |
| 2023 | R$ 1,9 milhão | R$ 1,9 milhão | 100% | 50 | 22 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 58,3 milhões | R$ 34,6 milhões | 59% | 772 | 118 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Assembleia Legislativa de MG — Portal da Transparência (Indicações de Emendas Parlamentares 2023-2026), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Minas Gerais e a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Minas Gerais e a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.