- PessoalR$ 315 mil64,2%
- Materiais impressosR$ 58 mil11,7%
- Publicidade por adesivosR$ 38 mil7,7%
- Cessão ou locação de veículosR$ 21 mil4,3%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 819 lançados como "diversas a especificar"R$ 59 mil12,1%
Alencar da Silveira Jr (Alencar Magalhães da Silveira Júnior) disputou 9 eleições entre 1994 e 2022, para deputado estadual e prefeito. Ele foi eleito 7 vezes: deputado estadual em 2022, 2018, 2014, 2010, 2006, 1998 e 1994. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MG: 79.389 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, indicou R$ 80,3 milhões em 377 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 145 municípios; 66% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputado estadual por MG, declarou R$ 508 mil em receitas: R$ 102 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 291 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 491 mil, principalmente com pessoal (R$ 315 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 58 mil) e publicidade por adesivos (R$ 38 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 778 mil em 2018 (71% com pessoal) e R$ 1,6 milhão em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Alencar Magalhaes da Silveira Júnior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Alencar da Silveira Jr declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2006, 2010, 2014, 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 508 mil em receitas: R$ 102 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 291 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 491 mil, principalmente com pessoal (R$ 315 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 58 mil). Em 2018, 71% dos R$ 778 mil em gastos foram com pessoal; em 2014, 67% dos R$ 1,6 milhão em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, Alencar da Silveira Jr indicou R$ 80,3 milhões em 377 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 145 municípios. Até a coleta na fonte, 66% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Fundo Estadual de Saúde (48%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Governador Valadares, Belo Horizonte e Nova Módica. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 70,9 milhões em 322 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 9,4 milhões em 55 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 26,7 milhões | R$ 0 | 0% | 68 | 52 |
| 2025 | R$ 23,9 milhões | R$ 23,8 milhões | 99% | 141 | 84 |
| 2024 | R$ 17,8 milhões | R$ 17,4 milhões | 98% | 83 | 62 |
| 2023 | R$ 2,5 milhões | R$ 2,5 milhões | 100% | 30 | 26 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 70,9 milhões | R$ 43,6 milhões | 61% | 322 | 137 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Assembleia Legislativa de MG — Portal da Transparência (Indicações de Emendas Parlamentares 2023-2026), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Minas Gerais e a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Minas Gerais e a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.