Dagoberto Nogueira Filho

Foto de Dagoberto Nogueira Filho
Dagoberto Nogueira Filho
10 eleições entre 2002 e 2026 · último partido PP
71 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE
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Dagoberto Nogueira (Dagoberto Nogueira Filho) disputou 9 eleições entre 2002 e 2022, para deputado federal, prefeito, vice-prefeito, senador e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2022, 2018, 2014 e 2006; deputado estadual em 2002. A maior votação foi em 2010, para senador por MS: 485.490 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por MS pelo PP. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 251 milhões empenhados em 72 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 63 municípios; 87% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por MS, declarou R$ 2,7 milhões em receitas: R$ 2,6 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de doações privadas e R$ 120 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com pessoal (R$ 760 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 190 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 185 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,7 milhões em 2022 (70% com pessoal) e R$ 1,8 milhão em 2020.

Deputado Federal · 2022
48.217
votos · MS
ELEITO · MÉDIA
Mandato até 2026
4 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

48.217 votos em 2022 (eleito) · 10 eleições · 2026 em disputa

A votação de Dagoberto Nogueira Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitoDep. FederalSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 2,7 milhões em receitas · R$ 1,4 milhão em gastos contratados

Dagoberto Nogueira declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2006, 2014, 2018, 2022 e 2026, senador por Mato Grosso do Sul em 2010, e prefeito em Campo Grande (MS) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,7 milhões em receitas: R$ 2,6 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de doações privadas e R$ 120 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com pessoal (R$ 760 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 190 mil); R$ 1,2 milhão já foram pagos. Em 2022, 70% dos R$ 2,7 milhões em gastos contratados foram com pessoal; em 2020, R$ 1,8 milhão em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.

Receitas em 2026R$ 2,7 milhõesparcial, até 27/09/2026
Gastos em 2026R$ 1,4 milhãocontratados, parcial; R$ 1,2 milhão pagos
Gastos em 2022R$ 2,7 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas7de 2006 a 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2026parcialDeputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,7 milhões
doações de pessoas
FEFC 95% · pessoas menos de 1% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 1,4 milhão
pago até agora: R$ 1,2 milhão (81%)
  • PessoalR$ 760 mil52,6%
  • Materiais impressosR$ 190 mil13,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 185 mil12,8%
  • Serviços contábeisR$ 60 mil4,2%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 100 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 249 mil17,3%
2022Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,8 milhões
40 doadores pessoas físicas
FEFC 81% · pessoas 8% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 2,7 milhões
pago: R$ 2,7 milhões (99%)
  • PessoalR$ 1,9 milhão70,1%
  • Materiais impressosR$ 227 mil8,3%
  • Serviços de terceirosR$ 117 mil4,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 103 mil3,8%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 80 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 370 mil13,5%
2020Prefeito, Campo Grande (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,9 milhão
15 doadores pessoas físicas
FEFC 93% · Fundo Partidário 5% · pessoas 2%
Gasto contratado
R$ 1,8 milhão
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 233 mil12,8%
  • PessoalR$ 157 mil8,6%
  • Materiais impressosR$ 121 mil6,6%
  • Serviços de terceirosR$ 118 mil6,4%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 1 milhão doados a outros candidatos e partidosR$ 1,2 milhão65,5%
Ver as 4 campanhas anteriores
2018Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,8 milhão
285 doadores pessoas físicas
FEFC 27% · Fundo Partidário 4% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 23% · próprios 45%
Gasto contratado
R$ 1,4 milhão
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 543 mil38,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 408 mil28,5%
  • Serviços de terceirosR$ 107 mil7,5%
  • Materiais impressosR$ 103 mil7,2%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 101 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 268 mil18,8%
2014Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,6 milhão
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 61% · pessoas 4% · empresas 11% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 1,8 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 919 mil52,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 191 mil10,8%
  • Materiais impressosR$ 171 mil9,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 128 mil7,2%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 95 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 360 mil20,3%
2010Senador, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,7 milhões
9 doadores pessoas físicas
partido 81% · pessoas menos de 1% · empresas 2% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 2,9 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 607 mil21,2%
  • PessoalR$ 521 mil18,2%
  • Materiais impressosR$ 520 mil18,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 119 mil4,1%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 818 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,1 milhão38,2%
2006Deputado federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 990 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 2% · pessoas 7% · empresas 51% · próprios 37% · outras 3%
Gasto contratado
R$ 990 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 555 mil56,0%
  • Materiais impressosR$ 131 mil13,2%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 55 mil5,6%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 46 mil4,7%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 65 lançados como "diversas a especificar"R$ 203 mil20,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 251 milhões empenhados · 87% pago · 72 emendas em 63 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 28/09/20263

Na Câmara dos Deputados, Dagoberto Nogueira teve R$ 251 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 72 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 63 municípios. Já foram pagos R$ 217,7 milhões (87%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (53%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Campo Grande, Costa Rica e Miranda. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 115,8 milhões em 14 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 80,5 milhões em 32 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 54,8 milhões em 26 emendas.2

EmpenhadoR$ 251 milhõesorçamentos de 2016 a 2026
PagoR$ 217,7 milhões87% do empenhado, com restos a pagar
Emendas72individuais
Municípios63diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2023 a 2026)
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2026R$ 38,6 milhõesR$ 28,4 milhões74%326
2025R$ 39,3 milhõesR$ 37,1 milhões95%538
2024R$ 37,8 milhõesR$ 28,9 milhões76%68
Legislatura 2023 a 2026R$ 115,8 milhõesR$ 94,4 milhões82%1446

Funções que mais receberam (2023 a 2026)

  1. 1SaúdeR$ 61,7 milhões53,3%
  2. 2Encargos EspeciaisR$ 53,1 milhões45,8%
  3. 3Defesa NacionalR$ 545 mil0,5%

Municípios que mais receberam (2023 a 2026)

  1. 1Campo GrandeR$ 22,9 milhões19,8%
  2. 2Costa RicaR$ 5,3 milhões4,6%
  3. 3MirandaR$ 4,9 milhões4,2%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 2014, 2018 e 2022 · em disputa em 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Dagoberto Nogueira (PP): Deputado Federal por MS em 2026, candidaturas e votos · Radar do Voto