- PessoalR$ 760 mil52,6%
- Materiais impressosR$ 190 mil13,2%
- Militância e mobilização de ruaR$ 185 mil12,8%
- Serviços contábeisR$ 60 mil4,2%
- Outras 10 categoriasinclui R$ 100 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 249 mil17,3%
Dagoberto Nogueira (Dagoberto Nogueira Filho) disputou 9 eleições entre 2002 e 2022, para deputado federal, prefeito, vice-prefeito, senador e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2022, 2018, 2014 e 2006; deputado estadual em 2002. A maior votação foi em 2010, para senador por MS: 485.490 votos. Em 2026, concorre a deputado federal por MS pelo PP. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 251 milhões empenhados em 72 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 63 municípios; 87% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por MS, declarou R$ 2,7 milhões em receitas: R$ 2,6 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de doações privadas e R$ 120 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com pessoal (R$ 760 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 190 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 185 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,7 milhões em 2022 (70% com pessoal) e R$ 1,8 milhão em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Dagoberto Nogueira Filho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dagoberto Nogueira declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado federal por Mato Grosso do Sul em 2006, 2014, 2018, 2022 e 2026, senador por Mato Grosso do Sul em 2010, e prefeito em Campo Grande (MS) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 2,7 milhões em receitas: R$ 2,6 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 10 mil de doações privadas e R$ 120 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,4 milhão, principalmente com pessoal (R$ 760 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 190 mil); R$ 1,2 milhão já foram pagos. Em 2022, 70% dos R$ 2,7 milhões em gastos contratados foram com pessoal; em 2020, R$ 1,8 milhão em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Dagoberto Nogueira teve R$ 251 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 72 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2026, para 63 municípios. Já foram pagos R$ 217,7 milhões (87%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Saúde (53%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram Campo Grande, Costa Rica e Miranda. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 115,8 milhões em 14 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 80,5 milhões em 32 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 54,8 milhões em 26 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 38,6 milhões | R$ 28,4 milhões | 74% | 3 | 26 |
| 2025 | R$ 39,3 milhões | R$ 37,1 milhões | 95% | 5 | 38 |
| 2024 | R$ 37,8 milhões | R$ 28,9 milhões | 76% | 6 | 8 |
| Legislatura 2023 a 2026 | R$ 115,8 milhões | R$ 94,4 milhões | 82% | 14 | 46 |
Funções que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 28/09/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.