Paulo Faria do Vale

Foto de Paulo Faria do Vale
Paulo Faria do Vale
4 eleições entre 2014 e 2026 · último partido PSD
67 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Médico
redes informadas ao TSE
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Paulo do Vale (PSD) foi eleito deputado estadual por Goiás em 2026, com 72.792 votos, pelo resultado oficial do TSE. Paulo do Vale (Paulo Faria do Vale) disputou 4 eleições entre 2014 e 2026, para deputado estadual, prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: deputado estadual em 2026; prefeito de Rio Verde em 2020 e 2016. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por GO: 72.792 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por GO, declarou R$ 621 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 335 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 86 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 792 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 335 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 92 mil) e publicidade por adesivos (R$ 53 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 579 mil em 2020 (54% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 1,2 milhão em 2016.

Deputado Estadual · 2026
72.792
votos · GO
ELEITO
Mandato até 2030
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

72.792 votos em 2026 (eleito) · 4 eleições

A votação de Paulo Faria do Vale em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalPrefeitoDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 621 mil em receitas · R$ 792 mil em gastos contratados

Paulo do Vale declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Goiás em 2014, prefeito em Rio Verde (GO) em 2016 e 2020, e deputado estadual por Goiás em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 621 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 335 mil de doações privadas (6 doadores) e R$ 86 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 792 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 335 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 92 mil); R$ 139 mil já foram pagos. Em 2020, 54% dos R$ 579 mil em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2016, R$ 1,2 milhão em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.

Receitas em 2026R$ 621 milparcial, até 30/09/2026
Gastos em 2026R$ 792 milcontratados, parcial; R$ 139 mil pagos
Gastos em 2020R$ 579 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42014, 2016, 2020 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 621 mil
6 doadores pessoas físicas
FEFC 32% · pessoas 54% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 792 mil
pago até agora: R$ 139 mil (18%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 335 mil42,3%
  • Materiais impressosR$ 92 mil11,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 53 mil6,7%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 50 mil6,3%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 4 lançados como "diversas a especificar"R$ 262 mil33,1%
2020Prefeito, Rio Verde (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 615 mil
16 doadores pessoas físicas
FEFC 16% · pessoas 35% · próprios 48%
Gasto contratado
R$ 579 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 311 mil53,7%
  • Publicidade por adesivosR$ 110 mil19,0%
  • Materiais impressosR$ 73 mil12,7%
  • Serviços advocatíciosR$ 30 mil5,2%
  • Outras 11 categoriasR$ 55 mil9,5%
2016Prefeito, Rio Verde (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,2 milhão
6 doadores pessoas físicas
pessoas 2% · próprios 98%
Gasto contratado
R$ 1,2 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Militância e mobilização de ruaR$ 258 mil21,3%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 247 mil20,4%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 180 mil14,9%
  • Materiais impressosR$ 141 mil11,7%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 383 mil31,7%
Ver a campanha anterior
2014Deputado federal, GoiásVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,1 milhões
97 doadores pessoas físicas
pessoas 10% · empresas 1% · próprios 89%
Gasto contratado
R$ 2,1 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 819 mil39,3%
  • Materiais impressosR$ 525 mil25,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 261 mil12,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 223 mil10,7%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 92 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 256 mil12,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2016, 2020 e 2026

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892